Depois de anunciar o retorno para a F1, a Lotus decidiu dar um presente aos seus entusiastas: uma série especial do Exige. A nova série S Type 72 foi criada para comemorar o retorno da equipe percentualmente mais vitoriosa da F1.
As modificações para essa versão estão na decoração especial, com pintura preto e dourada típica dos Type 72, especialmente nestas cores por conta do patrocinador John Player Special. Este carro foi um dos melhores de sua década e um dos melhores da história da F1. Nele Emerson Fittipaldi faturou o campeonato de 1972.
Serão fabricadas somente 20 unidades para o Reino Unido, custando 35.995 libras cada e outras 20 unidades para o resto da Europa, a 40.332 euros.
Pouco mais de um ano depois de receber mudanças na Europa pela Dacia, o Logan muda no primeiro mercado em que é vendido sob a marca da Renault. As mudanças são significativas, destacando-se o design mais atraente e muitas melhorias, como retrovisores maiores e maçaneta no porta-malas.
Os faróis dianteiros são novos, assim como os pára-choques e rodas de liga leve. O interior ficou parecido com o do Sandero, com detalhes imitando alumínio e novo console central.
No Brasil também são esperadas mudanças no Logan entre 2010 e 2011.
Consumo e desempenho são foco no motor de 0,9 litro
A Fiat já tem seu motor de dois cilindros e apenas 0,9 litro praticamente pronto. Ele chegará ao mercado primeiramente no compacto 500 e, pouco depois, em outros veículos da linha. Os destaques do novo motor serão o baixo consumo e a tecnologia.
Haverá duas versões: uma com e outra sem turbo. Com turbo a potência deve variar entre 80 e 105cv e sem turbo o motor terá cerca de 65cv. Todos eles adotarão a tecnologia MultiAir e haverá uma versão capaz de rodar com GNV ou gasolina.
Ótimo consumo, baixo peso e bom desempenho são a palavra de ordem para o novo motor.
Depois de lançar o Agile em duas versões de acabamento completas, a GM começa a disponibilizar para venda o Agile na versão LT sem alguns dos equipamentos que faziam parte do carro no lançamento. Agora o carro parte de R$ 33.871,00, valor consideravelmente inferior aos R$ 38.107,00 cobrados pela antiga versão base.
Para chegar a este valor, a GM retirou alguns dos itens de série: ar-condicionado, vidros e travas com acionamento elétrico. Outros equipamentos foram mantidos, como direção hidráulica, rodas de aço de 15 polegadas, piloto automático, computador de bordo, faróis com acendimento automático, limpador e desembaçador do vidro traseiro, rodas de aço de 15 polegadas com calotas, dentre outros.
Assim, na configuração base o preço do Agile é de R$ 33.871,00. Com vidros, travas elétricas e alarme o preço salta para R$ 35.228,00. A configuração com ar-condicionado, vidros, travas e alarme segue nos R$ 38.102,00 e sobe para R$ 39.342,00 com as bolsas infláveis frontais. Já o Agile LTZ se mantém por R$ 40.020,00 e chega a R$ 43.158,00 com bolsas infláveis e freios antitravamento ABS, com EBD.
Chinesa assumirá marca Sueca; falta aprovação do governo chinês
Mesmo sob protestos de políticos e executivos, a Ford anunciou a pouco que chegou num ponto de acordo em relação aos principais aspectos comerciais relacionados à venda da Volvo para a Geely. Chegou a se acreditar que um grupo de investidores liderados por ex-diretores da Ford poderia assumir a Volvo, mas isso não se concretizou.
Segundo a Ford, agora só falta obter a aprovação dos governos - em especial o chinês, esclarecer sobre o financiamento e finalizar os documentos da negociação.
Ford e Geely esperam completar o negócio no primeiro trimestre de 2010. A Ford permanecerá tecnologicamente ligada à Volvo durante um tempo, já que compartilha e fornece motores e plataformas para a filial sueca, porém não quer mais seguir fazendo parte dos acionistas quando passar o bastão para a Geely.
As empresas não citaram oficialmente valores, mas os rumores apontam que cerca de 1.800 milhões de dólares serão despendidos na aquisição da Volvo.
Sedã da Porsche tornou-se o carro mais rápido já avaliado por QUATRO RODAS
O exclusivo teste com o Porsche Panamera Turbo é um dos destaques da edição de janeiro da QUATRO RODAS, que chega às bancas a partir do dia 28 de dezembro. Visto por desconfiança pelos fãs mais tradicionais da marca, ele consegue reunir o conforto e sofisticação de um sedã de luxo com a alta performance dos superesportivos.
Basta dizer que o Panamera, o primeiro sedã produzido pela Porsche, tornou-se o carro de série mais rápido já testado por QUATRO RODAS. Partindo da imobilildade, ele levou apenas 4 segundos para atingir a marca dos 100 km/h.
Tal desempenho é mérito do motor 4.8 V8 biturbo, equipado com injeção direta e 500 cavalos de potência - uma evolução do propulsor do Cayenne -, aliado ao sofisticado controle de largada, recurso eletrônico que foi desenvolvido na Fórmula 1.
Se é verdade que o Panamera é bem diferente dos cupês esportivos que a Porsche construiu em sua história, podemos dizer que a marca alemã não perdeu a mão e fez um legítimo representante de quatro portas.
Tecnologia será parte do sistema Sync, também vendido no Brasil
A sistema Sync da Ford, feito em parceria com a Microsoft, começou com a filosofia de trazer mais tecnologia ao habitáculo para atrair os clientes. O sistema, que permite a conexão entre uma infinidade de dispositivos agora contará com mais um: a internet Wi-Fi. Com a tecnologia, o próprio carro se tornará um “hotspot” para que seus usuários se conectarem à internet.
A idéia é simples: o carro já virá com um roteador incluso e o sistema permitirá que o próprio usuário conecte seu modem 3G na porta USB dos veículos.
Todas as outras características do sistema Sync se mantém intactas: chamadas rápidas de emergência, leitor de mensagens SMS, controlador de iPod, sincronização com GPS, dentre outras características.
No Brasil, o Sync está disponível para o Fusion V6 e Ford Edge, mas com algumas restrições.
Novo hatch médio da Alfa se destaca pelo design do interior
Nas vésperas do Natal a Alfa Romeo resolveu presentear os seus fãs todos os dias, lançando, a conta-gotas, as fotos do seu novo médio, o Giulietta. Desta vez foram as fotos do interior do modelo. O lançamento substituirá o atual 147 e usa a plataforma do Fiat Bravo, que em breve deve chegar ao Brasil.
No interior, todas as qualidades que fizeram a tradição da marca estão presentes: detalhes cromados, alta qualidade e, principalmente, posição de dirigir muito esportiva. O desenho, como não poderia deixar de ser, agrada. Somente o volante que carece um tanto de personalidade, mas não compromete.
O Giulietta chegará ao mercado europeu no primeiro semestre, equipado com uma gama de motores à gasolina e diesem com potências entre 105 e 235cv. Uma versão GTA também é especulada.
No Brasil a marca Alfa Romeo está fora do mercado já há alguns anos e seus modelos só desembarcam por importadores independentes.
Proposta da Spyker não tem mais limite, mas tem poucas chances
Após declarar o encerramento da Saab, os fãs da marca podem voltar a ter esperanças. A Spyker declarou que está mantendo as negociações com a GM e a proposta que deveria ser encerrada às 17horas de ontem. Agora a nova proposta não tem data limite.
A GM havia declarado o encerramento da empresa logo após ter fracassado as conversas com a Spyker e, um dos motivos alegados, era a falta de confiança nos sócios russos da fabricante holandesa na empreitada. Este entrave continua na nova oferta, já que a Spyker não fez novas alianças.
Por isso a chance da nova oferta ser bem sucedida ainda é pequena, segundo o periódico inglês “The Guardian”. A GM se mantém receosa nos negócios por temer a transferência da tecnologia da Saab para os sócios da Spyker, o grupo russo Convers e o fundo de investimentos Abu Dhabi.
Os sindicatos na Suécia escreveram uma carta pra GM pedindo para que considerassem as ofertas pela Saab com mais seriedade. A carta, assinada por lideres dos metalúrgicos e sindicatos de engenheiros atentam para as conseqüências do fechamento da empresa.
Pick-up mundial da marca chegará ao Brasil no primeiro semestre
A Volkswagen apresentou ontem sua primeira pick-up média de sua história, que será produzida inicialmente na planta de General Pacheco, nas proximidades de Buenos Aires. No primeiro semestre a pick-up também chegará ao Brasil, através do Mercosul e isenta de imposto de importação.
O desenvolvimento da Amarok consumiu um investimento de 445 milhões de dólares (756 milhões de reais) e a fabricante planeja exportar cerca de 80% das 90.000 unidades que produzirá, inicialmente, por ano. Dentre os principais destinos da pick-up estão: Brasil, Europa, África, Austrália e Rússia.
A Amarok contará com duas opções de motorização: a de entrada é um 2.0 Turbodiesel com 122cv de potência, que pode usar diesel comum. A versão superior tem 163cv e somente poderá ser abastecida com diesel Premium. Isso na Argentina. Não se sabe ainda se na versão exportada para o Brasil haverá a mesma exigência. A transmissão é manual de seis velocidades.
A Volkswagen já anunciou também que tem uma versão para concorrer com a Hilux SW4 já pronta para entrar em produção, o que deve acontecer no segundo semestre de 2010. Esta versão terá uma terceira fileira de assentos.
A empresa não informou os preços, que só serão conhecidos quando for comercializada, em março. Mas estima-se que sejam equivalentes aos da principal rival, Toyota Hilux.
“Com a ‘Amarok’, a Volkswagen entra num segmento em que não estava presente”, destacou o presidente da filial argentina, Viktor Klima, durante a apresentação do 4x4. Estiveram presentes também, dentre outras autoridades nacionais e locais, a presidente do país, Cristina Fernándes de Kirchner. Esta agradeceu a confiança depositada pela empresa no país num ano de incertezas e dificuldades na economia mundial.
A decisão de produzir a nova pick-up na Argentina trará mil novos postos de trabalho na filial e criará outros 9.000 postos de trabalho indiretos dentro da cadeia. A pick-up é um importante reforço para manter a posição de liderança da VW no mercado argentino que já mantém há mais de sete anos.
A Amarok também será o primeiro veículo oficial do Rally Dakar Argentina-Chile 2010, uma prova de fogo para qualquer veículo off-road.
A foto do evento foi divulgada no Facebook oficial do lançamento da pick-up.
Para fabricante, as últimas associações feitas completam a estratégia da marca
Depois de adquirir parte da Suzuki e anunciar a compra da Porsche a VW anunciou que não pretende mais fazer aquisições no curto prazo. A notícia veio através de anúncio oficial do presidente da empresa para a agência Reuters, comunicando que a empresa alemã não tem mais planos de fazer esse tipo de negócio no curto prazo.
Para alguns analistas, a marca poderia enfrentar alguns efeitos negativos como os que a GM enfrentou, ao tomar a rédea de diversas marcas. A aquisição de 20% da Suzuki é, então, a última peça da estratégia atual da VW, que hoje atua em todos os segmentos, desde populares com motores de três cilindros chegando até mesmo a exóticos como o Bugatti Veyron.
O presidente também confirmou que o Boxster será produzido pela Karmann, outra recente aquisição da companhia alemã. Com isso o Boxster deixará de ser produzido pela inglesa Magna e será também produzido por uma empresa do conglomerado.
GM promete analisar propostas pela marca escandinava
O CEO da Spyker, Victor Muller, afirmou que a segunda proposta enviada para a GM deve resolver os pontos que impediram a concretização do acordo de venda da Saab.
“Temos plena confiança de que realizamos uma proposta que pode convencer a GM. Vamos ver o que vai acontecer nos próximos dias”, afirmou o executivo em entrevista à agência de notícias Reuters.
Em resposta à oferta da Spyker, a GM emitiu um comunicado afirmando que pretende dar início ao processo de fechamento da Saab, mas promete analisar cada uma das ofertas individualmente. A empresa declarou que não vai se pronunciar até estudar as alternativas para o futuro da marca sueca.
A decisão de fechar a Saab foi tomada após as primeiras conversas com a Spyker terem fracassado. Anteriormente, a sueca Koenigsegg já havia desistido de adquirir as ações da marca.
Muller afirmou que a nova oferta elimina a necessidade da aprovação de um empréstimo pelo Banco Europeu de Investimentos (EIB) antes do fim do ano. Isso permitiria que a General Motors concluísse a venda antes do prazo estipulado. A proposta da montadora holandesa é válida até às 17h desta segunda-feira, 21 de dezembro.
21/12/2009 02:15 PM
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