Forças de segurança iranianas voltaram neste sábado a entrar em confronto com oposicionistas na capital do país, Teerã. De acordo com testemunhas, a polícia usou bombas de gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes no norte da cidade, depois que simpatizantes pró-governo interromperam um discurso de um dos principais líderes de oposição do país, o ex-presidente Mohammed Khatami.Sites de oposição disseram que as forças do governo bateram em manifestantes e destruíram para-brisas nas regiões central e sul de Teerã.
O Irã vem sendo palco de manifestações diárias desde o sábado passado, quando morreu o aiatolá Hoseyn Ali Montazeri, um dos principais clérigos dissidentes do país.
De acordo com o repórter da BBC especializado em assuntos iranianos Jon Leyne, existe a expectativa de que protestos ainda maiores ocorram neste domingo, em virtude do feriado religioso da Ashura.
Os oposicionistas acusam o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, de ter sido reeleito em junho eleições fraudulentas, o que presidente nega.
Um nigeriano de 23 anos foi indiciado nos Estados Unidos neste sábado por tentar explodir um avião de passageiros em pleno ar quando a aeronave se preparava para pousar na cidade americana de Detroit. Umar Farouk Abdulmutallab foi rendido por alguns dos 278 passageiros e 11 tripulantes do voo 253 da Northwest Airlines (operado pela Delta), entre Amsterdã e Detroit, no dia de Natal.
De acordo com a rede de televisão ABC, o suspeito teria dito às autoridades que tinha explosivo em pó colado com fita adesiva à sua perna, e que teria usado uma seringa com uma mistura química para detonar o explosivo.
Em um comunicado, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos citou os relatos de testemunhas, que afirmaram que o nigeriano passou 20 minutos no banheiro durante o voo antes de voltar ao seu lugar e se cobrir com um cobertor.
Os passageiros então sentiram um cheiro de queimado e "viram que a perna da calça de Abdulmutallab e a parede do avião estavam pegando fogo", diz a nota.
Al-Qaeda O nigeriano teria sofrido queimaduras durante o incidente.
O analista da BBC para Segurança, Gordon Corera, disse que as autoridades querem verificar se o homem detido no voo da Northwest Airlines teria ligações com a rede extremista Al-Qaeda, se teria cúmplices e quem poderia ter fornecido a ele material para um possível atentado.
O nigeriano também já teria dito a investigadores que ele de fato tinha contatos na Al-Qaeda e que havia recebido o explosivo no Iêmen.
As autoridades acreditam que o suspeito viajou da Nigéria para Amsterdã em um voo da KLM, de onde embarcou para os Estados Unidos.
Aeronave foi levada para área isolada do aeroporto / Reuters
Segurança mais rigorosa A pedido do governo dos Estados Unidos, companhias aéreas adotaram neste sábado uma série de medidas para ampliar a segurança nos voos para o país depois do incidente.
Em um comunicado, a secretária americana de segurança nacional, Janet Napolitano, disse que os passageiros viajando para os Estados Unidos irão notar mais procedimentos de segurança.
Segundo ela, tais medidas "são pensadas para ser imprevisíveis, por isso os passageiros não devem esperar ver a mesma coisa em todos os lugares".
Policiais reforçam segurança em aeroportos dos EUA / AP
As autoridades da Holanda anunciaram que vão impor as medidas de segurança mais rigorosas por tempo indeterminado para todos os voos com destino ao território americano.
Na Grã-Bretanha, os passageiros terão que reduzir a bagagem de mão, e a empresa Cathay Pacific, sediada em Hong Kong, deverá fazer uma revista em todos os que desejarem embarcar em seus aviões rumo aos Estados Unidos.
Outra empresa aérea, a Air Canadá, divulgou uma comunicado dizendo que "entre outras coisas, na hora final dos voos, os passageiros precisarão ficar sentados, não serão acessar a pegar suas bagagens de mão ou levar bens pessoais ou outros itens em seus colos".
A empresa aérea também restringiu o número de bagagens de mão a apenas um, atendendo a pedido dos governos canadense e americano.
Uma representante da Infraero ouvido pela agência de notícias Associated Press disse que também no Brasil o governo pediu às empresas aéreas que ampliem as medidas de segurança preventiva nos voos saindo do país.
Ela disse que os passageiros poderão ser submetidos a checagens adicionais antes de embarcarem.
Investigações A suposta tentativa de atentado desencadeou um investigação internacional com ramificações nos Estados Unidos, na Nigéria e na Grã-Bretanha.
A polícia britânica está realizando buscas em vários endereços depois que foi descoberto que um estudante com o nome do suspeito foi aluna em uma universidade de Londres.
A Nigéria ordenou que suas agências de segurança investiguem o incidente e confirmem a identidade e a possível motivação do suspeito para praticar um atentado. O governo nigeriano disse que vai "cooperar totalmente" com as investigações americanas.
Nos Estados Unidos, um funcionário do governo revelou à Associated Press que há pelo menos dois anos o nome do suspeito fazia parte de uma lista de suspeitos de ter ligações com grupos terroristas.
Uma investigação preliminar já concluiu que os procedimentos de segurança foram seguidos corretamente no caso e que o suspeito tinha um visto de entrada nos Estados Unidos.
Segundo ele, um total de 81 brasileiros foram transportados da região de Albina, cidade onde ocorreu o ataque, para Paramaribo, a capital do Suriname. Desse total, 14 estão feridos, sete deles em estado grave.
As autoridades do Suriname abriram uma investigação para apurar as circunstâncias do ataque no norte do país.
De acordo com o Itamaraty, o ataque, na véspera do Natal, teria sido uma vingança pelo suposto assassinato de um morador local, que seria surinamês, por um brasileiro.
Facões Segundo o embaixador brasileiro no Suriname, a maioria dos cerca de dois mil brasileiros em Albina se dedica ao garimpo.
A agência de notícias Caribbean Media Corporation informou que a comunidade local usou machados e facões para atacar brasileiros e também chineses.
Em uma coletiva, ministro da Polícia e Justiça do Suriname, Chandrikapersad Santokhi, disse que "não há justificativa para o que aconteceu".
O ministro acrescentou que vários suspeitos pelo ataque já foram presos.
Estupros Autoridades de segurança informaram que há relatos de que pelo menos 20 mulheres brasileiras, incluindo uma mulher grávida, teriam sido estupradas durante o incidente.
Também há informações de que vários prédios, entre eles um shopping center, um supermercado e um posto de combustível, foram queimados ou saqueados.
Membros do Exército e da Polícia foram mobilizados para conter os ataques e saques, pacificando a região.
Albina tem cerca de cinco mil habitantes e é o principal ponto de travessia entre o Suriname e a Guiana Francesa.
Soldados de Israel mataram neste sábado três palestinos na Faixa de Gaza e outros três na Cisjordânia, a um dia do aniversário de um ano do conflito entre o Hamas e Israel em Gaza, que matou 1,4 mil palestinos e 13 israelenses. O número de mortes deste sábado foi o maior em um dia na região desde o conflito em Gaza no final de 2008.De acordo com militares de Israel, os três palestinos mortos em Nablus, na Cisjordânia, eram suspeitos de ter envolvimento no assassinato de um colono judeu há dois dias.
Fontes palestinas dizem que os palestinos eram militantes da Brigada de Mártires de Al-Aqsa, o braço armado do Fatah, partido do presidente palestino, Mahmoud Abbas.
A brigada é um dos grupos ativistas islâmicos acusados pelo assassinato do colono, que teria sido o primeiro israelense morto por militantes na Cisjordânia em oito meses.
As mortes ocorreram durante uma grande operação das Forças Armadas de Israel em Nablus - a maior na cidade em cerca de um ano e meio, de acordo com a correspondente da BBC em Jerusalém Bethany Bell.
Militares israelenses dizem que os três mortos em Gaza seriam palestinos que tentaram entrar sem autorização em Israel.
O Hamas - facção palestina rival do Fatah, que controla a Faixa de Gaza - diz que os três mortos eram civis.
As autoridades do Suriname abriram uma investigação para apurar as circunstâncias de um ataque contra brasileiros na região da cidade de Albina, no norte do país, que deixou pelo menos 13 feridos. De acordo com o Itamaraty, o ataque, na véspera do Natal, teria sido uma vingança pelo suposto assassinato de um morador local, que seria surinamês, por um brasileiro.A agência de notícias Caribbean Media Corporation informou que a comunidade local usou machados e facões para atacar brasileiros e também chineses.
O Exército surinamês disse que quase cem brasileiros e chineses foram levados a uma base local das Forças Armadas para protegê-los e, na sexta-feira, foram transportados à capital do país, Paramaribo.
Estupros Em uma coletiva, ministro da Polícia e Justiça do Suriname, Chandrikapersad Santokhi, confirmou que 13 pessoas ficaram feridas.
"Não há justificativa para o que aconteceu", disse o ministro, acrescentando que vários suspeitos pelo ataque já foram presos.
Autoridades de segurança informaram que há relatos de que pelo menos 20 mulheres brasileiras, incluindo uma mulher grávida, teriam sido estupradas durante o incidente.
Também há informações de que vários prédios, entre eles um shopping center, um supermercado e um posto de combustível, foram queimados ou saqueados.
Membros do Exército e da Polícia foram mobilizados para conter os ataques e saques, pacificando a região.
Albina tem cerca de cinco mil habitantes e é o principal ponto de travessia entre o Suriname e a Guiana Francesa.
Milhares de monges budistas lideraram orações em praias da Tailândia, em algumas das várias cerimônias realizadas neste sábado na Ásia para marcar os cinco anos do tsunami que atingiu 14 países e matou mais de 220 mil pessoas.
AP
Mulheres participam de vigília em Phuket, na Tailândia
Centenas de turistas voltaram à ilha de Phuket e se uniram aos moradores da área para lembrar uma das piores catástrofes naturais dos últimos tempos.
Foi realizado um minuto de silêncio na popular praia de Patong marcando a hora em que ondas gigantescas chegaram à costa e arrastaram pessoas e objetos pelo caminho.
Na província de Aceh, na Indonésia, onde cerca de 170 mil pessoas morreram, milhares de pessoas se concentraram em mesquitas e junto a valas comuns onde muitos dos corpos de vítimas foram enterrados para lembrar a tragédia.
"Ninguém da minha família sobreviveu ao tsunami", disse Siti Aminah, de 72 anos, em Banda Aceh, à agência de notícias AFP. "Os meus filhos, netos, irmãos, irmãs, todos se foram e me deixaram aqui sozinha."
Recuperação
O principal distrito comercial de Banda Aceh, que havia sido arrasado pelo tsunami, hoje voltou a ser um lugar movimentado, disse a repórter da BBC no local, Karishma Vaswani.
Muitas pessoas conseguiram reconstruir suas vidas graças aos bilhões de dólares enviados por organizações internacionais de ajuda, mas o trauma e a dor causados pelo desastre ainda estão presentes na mente dos moradores locais, afirmou Vaswani.
No Sri Lanka, onde mais de 40 mil pessoas morreram e 500 mil ficaram desabrigadas, ainda se pode ver prédios destruídos no sul e oeste do país, de acordo com o correspondente da BBC na capital, Colombo, Charles Haviland. Áreas na orla marítma que no passado continham muitas construções continuam vazias.
Haviland ressalta, contudo, que há sinais de recuperação no país. Alguns agricultores conseguiram ajuda e hoje contam com um apoio técnico para suas atividades que é muito melhor do que havia antes. E uma vila modelo construída por um filantropo, que começou com mil casas para as vítimas, hoje conta com centro de saúde, escola de mergulho e outros benefícios.
O tsunami foi provocado por um forte terremoto atingiu a costa da ilha de Sumatra, na Indonésia. Na província de Aceh, milhares de casas e prédios desabaram e moradores correram em pânico para as ruas.
Cerca de 20 minutos depois, ondas gigantescas com a altura de um prédio de até seis andares inundaram as áreas costeiras e enterraram muitas pessoas sob uma lama escura e espessa. Os efeitos do tsunami foram sentidos em intensidades diferentes em países da Indonésia à Somália, na África.
Depois da catástrofe, as Nações Unidas criaram um sistema de coordenação para zonas de catástrofes de grandes dimensões e foi estabelecido um alerta de tsunami mais eficaz na região.
Um passageiro nigeriano de um voo de Amsterdã, na Holanda, para Detroit, nos Estados Unidos, foi detido em território americano e está sendo interrogado neste sábado depois de uma suposta tentativa de detonar explosivos dentro do avião.
O homem foi rendido por alguns dos 278 passgeiros e 11 tripulantes do voo 253 da Northwest Airlines (operado pela Delta).
Há notícia de que ele sofreu queimaduras durante o incidente. As autoridades acreditam que o suspeito viajou da Nigéria para Amsterdã em um voo da KLM, de onde embarcou para os Estados Unidos.
O nigeriano foi identificado por autoridades como Abdul Farouk Abdulmutallab, de 23 anos.
A polícia britânica também está realizando investigações em Londres depois de ter encontrado um nome semelhante ao do suspeito na lista de alunos da University College London.
A Nigéria ordenou que suas agências de segurança investiguem o incidente e confirmem a identidade e a possível motivação do suspeito para praticar um atentado. O governo nigeriano disse que vai "cooperar totalmente" com as investigações americanas.
Segurança mais rigorosa
Um porta-voz da Casa Branca afirmou que o presidente Barack Obama, em férias no Havaí, está monitorando a situação e determinou que sejam tomadas medidas para aumentar a segurança a bordo de aviões de passageiros.
As autoridades holandesas anunciaram neste sábado que vão impor medidas de segurança mais rigorosas por tempo indeterminado para todos os voos com destino ao território americano.
Na Grã-Bretanha, os passageiros terão que reduzir a bagagem de mão e a empresa Cathay Pacific, sediada em Hong Kong, deverá fazer uma revista em todos os que desejarem embarcar em seus aviões rumo aos Estados Unidos.
O analista da BBC para Segurança, Gordon Corera, disse que as autoridades querem verificar se o homem detido no voo da Northwest Airlines teria ligações com a rede extremista al-Qaeda, se teria cúmplices e quem poderia ter fornecido a ele material para um possível atentado.
De acordo com a rede de televisão ABC, o suspeito teria dito às autoridades que tinha explosivo em pó colado com fita adesiva à sua perna, e que teria usado uma seringa com uma mistura química para causar a explosão.
Segundo um passageiro, ao acionar o explosivo, o suspeito teria tido queimaduras graves na perna, e um extintor de incêndio teria sido usado para apagar o fogo.
Pânico
O incidente ocorreu quando o avião se aproximava do aeroporto de Detroit. Uma pequena explosão provocou pânico entre os passageiros e tripulantes do Airbus 330.
Algumas pessoas teriam tido ferimentos leves. Passageiros ouvidos pela agência de notícias Associated Press contaram ter ouvido uma explosão, seguida de fumaça e fogo.
Segundo o passageiro Syed Jafri, o incidente ocorreu enquanto o avião já estava se preparando para pousar.
Ele afirmou que estava sentado três fileiras atrás do suspeito e que viu uma luz e fumaça.
Depois disso, segundo Jafri, "um jovem pulou sobre" o suspeito.
Outro passageiro, que não foi identificado, afirmou que "depois de gritos", o homem foi rendido. "Eles o pegaram, foi muito rápido".
O ator americano Charlie Sheen passou boa parte do dia de Natal na cadeia, acusado de violência doméstica. O astro de Platoon, Wall Street - Poder e Cobiça e Comando Imbatível foi preso na manhã de sexta-feira, quando a polícia foi investigar uma ligação para os serviços de emergência que alertava para uma briga doméstica em uma casa na estação de esqui de Aspen, no Estado americano de Colorado.
AP
Sheen teria brigado com a mulher
Uma ambulância foi ao local, mas ninguém foi levado para o hospital.
Segundo a polícia, o ator, acusado de agressão, foi libertado após pagar uma fiança de US$ 8,5 mil.
Sheen é casado com a corretora de imóveis Brooke Mueller desde 2008. Ela deu à luz um par de gêmeos em março passado.
Esta não foi a primeira vez em que o ator foi preso. Ele foi detido em 1996, acusado de agredir uma namorada em sua casa. Em 1998, foi hospitalizado ao sofrer uma overdose e internou-se em uma clínica para a recuperação de viciados em drogas. Pouco depois foi preso por dirigir embriagado e dopado, e teve que se tratar novamente na clínica.
Charlie Sheen é filho do ator Martin Sheen e irmão do diretor de cinema Emilio Estevez.
Charlie Sheen vinha atuando no seriado Two and a Half Men - muito popular nos Estados Unidos e que fez dele o ator mais bem pago da TV americana em 2008. Ele recebia um salário de US$ 825 mil por episódio. No Brasil, o seriado é exibido no Warner Channel.
Uma alta autoridade do governo americano afirmou à BBC que um incidente com explosivos ocorrido nesta sexta-feira em um avião que ia de Amsterdã, na Holanda, a Detroit, no EUA, foi uma "tentativa de ataque terrorista". O incidente ocorreu a bordo de uma aeronave da empresa aérea Northwest Airlines.
A primeira versão do fato, divulgada pela empresa, afirmava que um passageiro teria acionado fogos de artifício dentro do avião. Fontes do governo ouvidas pela imprensa dos EUA, no entanto, também afirmaram que há indícios de que o passageiro pretendia explodir a aeronave.
De acordo com a rede de televisão NBC, uma autoridade americana que não quis se identificar afirmou que o suspeito, identificado como um homem nigeriano de 23 anos, teria tentado acionar um pó que ele afirmou ser um artefato explosivo.
"Ele tinha algum tipo de dispositivo explosivo que tentou acionar", disse o oficial à NBC.
Já a rede ABC News afirmou que o suspeito, que foi preso e está sendo interrogado, teria afirmado pertencer à rede extremista Al-Qaeda, embora as autoridade coloquem em dúvida a veracidade destas informações.
Oficialmente, no entanto, um porta-voz da Casa Branca afirmou que o presidente Barack Obama está monitorando a situação e determinou que sejam tomadas medidas para aumentar a segurança a bordo de aviões de passageiros.
A Casa Branca também informou que não há mudanças de planos na agenda do presidente, que deve continuar em férias no Havaí.
Pânico
O incidente ocorreu quando o avião, vindo de Amsterdã, se aproximava do aeroporto de Detroit. A explosão provocou pânico entre os passageiros e tripulantes do Airbus 330.
Algumas pessoas teriam tido ferimentos leves, entre elas o próprio suspeito, segundo a ABC News. Pelo menos uma pessoa teria sido levada para o Centro Médico da Universidade de Michigan, mas não há maiores detalhes sobre seu estado de saúde ou sua identidade.
De acordo com um comunicado divulgado pela Gerência de Segurança em Transportes dos EUA (TSA, na sigla em inglês), o avião pousou de maneira segura no aeroporto de Detroit por volta de 15h (horário de Brasília) e todos os passageiros foram retirados da aeronave.
A aeronave foi levada para um local remoto, de acordo com a TSA, e todas as bagagens que estavam a bordo estão sendo checadas.
Um porta-voz do FBI, a Polícia Federal dos EUA, afirmou à BBC que o órgão também está investigando o incidente.
Um passageiro a bordo de um voo transatlântico da companhia aérea Northwest Airlines acionou fogos de artifício dentro da aeronave no momento em que ela se aproximava do aeroporto de Detroit, nos Estados Unidos, nesta sexta-feira, informou um porta-voz da empresa.
A explosão provocou pânico entre os passageiros e tripulantes do Airbus 330, que partiu de Amsterdã, na Holanda. O incidente deixou algumas pessoas com ferimentos leves.
De acordo com um comunicado divulgado pela Gerência de Segurança em Transportes dos EUA (TSA, na sigla em inglês), o avião pousou de maneira segura no aeroporto de Detroit por volta de 15h (horário de Brasília) e todos os passageiros foram retirados da aeronave. Ainda segundo a TSA, um passageiro foi detido e outros estão sendo entrevistados para esclarecer o incidente.
Pelo menos uma pessoa teria sido levada para o Centro Médico da Universidade de Michigan, mas não há maiores detalhes sobre seu estado de saúde.
Segurança
A aeronave foi levada para um local remoto, de acordo com a TSA, e todas as bagagens que estavam a bordo estão sendo checadas. Um porta-voz do FBI, a Polícia Federal dos EUA, afirmou à BBC que o órgão também está investigando o incidente.
Também nesta sexta-feira, a Casa Branca divulgou um comunicado onde diz que o presidente Barack Obama, que está em férias no Havaí, foi notificado a respeito do incidente e determinou que sejam tomadas medidas para aumentar a segurança a bordo de aviões de passageiros.
Pelo menos 19 pessoas morreram devido às tempestades de neve e baixas temperaturas que atingiram o Meio-Oeste dos Estados Unidos nesta semana. As autoridades declararam estado de emergência nos Estados de Dakota do Sul, Texas e Oklahoma, onde estradas também foram fechadas após uma série de acidentes.O mau tempo também fez com que centenas de pessoas que tentavam passar os feriados de final de ano com a família ficassem impedidas de viajar.
Voos em diversos aeroportos foram cancelados ou atrasados. Em várias igrejas, celebrações de Natal também foram canceladas.
Milhares de casas nos Estados de Oklahoma, Kansas, Nebraska, Iowa e Illinois teriam ficado sem luz devido ao mau tempo.
"A tempestade está atingindo dois terços do país", afirmou Chris Vaccaro, porta-voz do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA.
Partes de pelo menos dez Estados que ficam no centro dos EUA estão sob alerta de nevasca nesta sexta-feira.
Na última quinta-feira, pelo menos 200 passageiros e tripulantes ficaram presos no maior aeroporto de Oklahoma, onde uma tempestade de neve fez com que 70 voos fossem cancelados. O aeroporto reabriu nesta sexta-feira.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Manouchehr Mottaki, disse ter sido informado de que uma das filhas do líder da rede extremista Al-Qaeda, Osama Bin Laden, estaria abrigada na embaixada da Arábia Saudita na capital iraniana, Teerã.
Em declarações divulgadas pela televisão iraniana, o chanceler afirmou que "ainda não está claro" como ela conseguiu chegar ao local, mas que, caso obtenha os documentos necessários, ela poderá deixar o país.
"Há pouco, a embaixada da Arábia Saudita informou o Ministério do Exterior por meio de uma nota de que uma das filhas de Bin Laden está na embaixada saudita. Nós não sabemos como ela chegou ao local ou como ela entrou no país", disse Mottaki em declarações transmitidas pela TV iraniana na quinta-feira.
O ministro também afirmou que não pôde confirmar que a pessoa é realmente filha de Bin Laden, mas que a representação diplomática saudita a identificou como tal.
Filhos
A informação foi divulgada na mesma semana em que surgiram notícias de que diversos filhos do líder da rede extremista Al-Qaeda estariam vivendo em um complexo no Irã, após terem fugido do Afeganistão em 2001. De acordo com estas informações, eles raramente estariam autorizados a deixar o local onde moram.
Um dos filhos de Bin Laden, Omar, teria afirmado ao jornal saudita Asharq Al-Awsat que sua irmã de 17 anos teria fugido para a embaixada saudita em Teerã para tentar deixar o Irã.
Omar também teria declarado que outros cinco de seus irmãos e uma das esposas de seu pai estariam vivendo sob prisão domiciliar em Teerã.
Família
O jornal britânico The Times, em reportagem publicada no último dia 23, também informou que onze netos de Bin Laden estariam vivendo em um complexo perto de Teerã, de onde não poderiam sair.
Ainda segundo a publicação britânica, há cerca de oito anos não se sabia da localização da família Bin Laden, com informações desencontradas de que alguns teriam morrido em atentados e de que outros teriam se juntado à rede extremista do pai.
O jornal diz que os membros da família que vivem no Irã estariam buscando autorização para sair do país. O governo do Irã negou por diversas vezes que membros da família do líder da Al-Qaeda estivessem no país.