Bandas foram as principais atrações do segundo dia do festival francês; veja os vídeos
A briga entre Noel e Liam Gallagher, que rendeu o fim do Oasis, não desanimou o público no segundo dia do festival de música Rock en Seine em Paris. As atrações principais ficaram por conta das bandas Offspring e Faith No More, que fecharam o dia no palco principal do evento.
Além dos shows um fator que merece destaque no festival Rock en Seine são as barraquinhas de guloseimas. Tem barraca de balas e chicletes por kilo, de comida tailandesa, de baguete, de sanduíche turco, de sanduíche judeu, de cerveja, de chá de menta, de churros, de pizza, de gororobas que são impossíveis de identificar e tem até o velho e bom PF (prato feito).
Este leque de opções se justificada para quem é mais animado, guerreiro e não se importa em não tomar um banho limpinho, já que também é possível acampar durante os três dias onde rola o festival, nos arredores de Paris.
Por falar em banho, como o Rock en Seine acontece no parque Saint-Claude, cheio de verde e muita terra, é impossível não voltar para casa sem etar cheio de poeira e com os cabelos duros. É bem estranho estar debaixo do chuveiro e perceber que tem barro saindo do nariz. Mas essa é só uma parte um pouco desagradável de um festival super divertido.
Neste domingo, além de bandas como Prodigy, Klaxons e Eagles of Death Metal, o festival promete surpreender o público trazendo uma atração surpresa.
Líder do Nine Inch Nails afirma que afastamento dos palcos é protesto contra "ganância da indústria"
Um protesto. É essa a explicação do líder do Nine Inch Nails, Trent Reznor, para a banda parar de fazer shows. O grupo atualmente faz uma turnê de despedida nos Estados Unidos e, depois de tocar em Chicago, Nova York e Los Angeles, deve se afastar dos palcos.
Segundo Reznor, o NIN vai continuar a lançar novas músicas, mas nunca mais deve entrar em turnê – para o vocalista, o processo quase industrial de fazer um show atrás do outro é apenas um modo de ganhar muito dinheiro, criado pela ganância da indústria fonográfica.
"Entrei nesse ramo porque achava que tinha algo a dizer, e não para ficar rico ou famoso", disse Reznor, 44 anos. "Não estou dizendo que não gosto de fazer shows, mas não preciso repetir isso por um ano, vivendo o mesmo dia de novo e de novo. Meu tempo seria muito melhor gasto criativamente do que sentado em um ônibus de turnê apenas porque é uma máquina de fazer dinheiro", explicou
"Michael era o melhor colega que conheci", disse a cantora, no dia do aniversário do rei do pop
Madonna lembrou ontem o aniversário de Michael Jackson em seu show em Sófia, capital da Bulgária, perante mais de 50 mil fãs exaltados com o espetáculo da cantora.
O show de Madonna, parte da turnê "Sticky and Sweet", criada para apresentar o álbum Hard Candy, começou com uma hora de atraso para um público que já cantava a letra de "Candy Shop", música com que a estrela inicia suas atuações em sua turnê europeia.
Durante o show no estádio nacional Vasil Levski, soaram trechos de grandes sucessos de Michael Jackson, como "Billie Jean" e "Beat it", e nos telões instalados ao lado do palco apareceu uma foto de sua infância.
Ao mesmo tempo, no palco surgiu um dublê de Michael, vestido e gesticulando como ele e que interpretou vários passos de seu "moonwalk".
"Michael Jackson era o melhor colega que conheci", disse Madonna, sob os aplausos de seu público que desfrutava dos efeitos de som e luz.
A homenagem a Michael, que completaria 51 anos no sábado se não tivesse morrido no dia 25 de junho, durou não mais de dois minutos e após isso o show continuou como estava previsto e sem interrupções.
Minutos antes do show, a "BNR", rádio nacional búlgara, que durante o dia todo tocou canções de Madonna, informou que mais de mil pessoas chegaram a Sófia da vizinha Turquia para ir ao concerto.
O novo álbum de Arnaldo Antunes, Iê, Iê, Iê, chega às lojas do país em setembro. Este é o oitavo disco de inéditas do ex-Titã – o anterior foi Qualquer, de 2006, apesar de Arnaldo ter lançado no ano seguinte o CD/DVD Ao vivo no estúdio.
O trabalho foi produzido por Fernando Catatau, guitarrista do Cidadão Instigado. Entre as músicas do repertório, estão "A Casa É Sua", "Envelhecer", "Luz Acesa", "Longe", "Meu Coração" e "Invejo". Veja abaixo a capa:
O primeiro show de Iê Iê Iê está marcado para 12 de setembro em Belo Horizonte, no Music Hall. Manaus, Belém, Brasília e Porto Alegre também já estão na agenda da nova turnê.
Segundo o guitarrista, situação dentro da banda havia se tornado "intolerável"
Em uma nota no site oficial da banda, o guitarrista Noel Gallagher tentou explicar um pouco melhor os motivos que o levaram a abandonar o Oasis, como anunciado na sexta-feira. Segundo ele, o nível de "intimidação verbal e violenta" contra ele, sua família e amigos se tornou "intolerável".
O músico continuou o texto afirmando que a falta de "apoio e compreensão" dos colegas e produtores da banda o deixaram sem alternativa a não ser sair. Apesar de não dar nomes, o principal desafeto de Noel seria seu irmão, o vocalista Liam Gallagher, já que os dois teriam brigado feio nos últimos dias.
No comunicado, Noel agradeceu a todos os fãs do Oasis em todo o mundo. "Os últimos 18 anos foram realmente incríveis. Um sonho se tornou realidade. Levo comigo memórias gloriosas", escreveu, além de se despedir dizendo que tinha "uma família e um time de futebol [o Manchester City] para cuidar".
Uma porta-voz do Oasis disse que Liam e seus outros integrantes devem decidir em breve se vão continuar a banda sem o guitarrista e principal compositor. A estimativa é o que o grupo já vendeu cerca de 50 milhões de discos.
Em entrevista à BBC, o produtor musical Alan McGee, que descobriu o Oasis e lançou seu primeiro álbum, Definitely Maybe, declarou que essa foi a pior briga que Noel e Liam já tiveram, mas que os irmãos se amam e devem voltar a ficar juntos. "Acho que vamos ver uma turnê de reunião em uns cinco anos", disse.
Quase 700 fãs se reuniram em Barcelona para recriar coreografia do sucesso de Michael Jackson
Um total de 697 fãs de Michael Jackson vestidos de zumbis bateram, neste sábado, o recorde do Livro Guinness, em Barcelona, de pessoas dançando simultaneamente a coreografia do emblemático videoclipe de "Thriller", do "rei do pop". Neste sábado, Michael Jackson compeltaria 51 anos de vida.
Segundo a organização do evento, à espera de um certificado do Livro Guinness, este número de participantes superou o recorde atual de dançarinos de "Thriller", de 242 pessoas.
O projeto foi impulsionado por um grupo de dança amador de Sant Feliu de Llobregat, através do site "byebyemichael.com", criado em Madri.
Os fãs do cantor, compositor e dançarino se reuniram em um centro comercial da cidade para dançar a famosa coreografia do videoclipe de "Thriller", de Michael.
A coreografia contou com dançarinos de todas as idades, desde os 6 aos 40 anos, disse a porta-voz da organização do evento, Marta Garijo, à Agência Efe.
Banda alega "questões pessoais" e não fala da internação do baixista Paul Gray
Após retirar da agenda os shows de agosto e setembro, o Spliknot veio a público acalmar os fãs. O baterista Joey Jordison assinou um comunicado oficial afirmando que a banda não acabou e todos estão bem, apesar da internação às pressas do baixista Paul Gray no último final de semana.
Segundo o comunicado, Gray está ótimo e não corre risco de vida, como chegaram a afirmar alguns boatos na web. Mesmo assim, o grupo de nu metal não divulgou o motivo da hospitalização, se limitando a dizer que "questões pessoais" precisam ser resolvidas antes da banda voltar à estrada.
"Sentimos muito por ter de cancelar essa parte da turnê", escreveu o baixista, agradecendo as mensagens de apoio. "Como vocês sabem, fazer shows é a nossa vida; ficar na frente de vocês e tocar é o que mantém essa banda viva."
Se tudo der certo, o Slipknot pretende retomar a agenda de divulgação do álbum All Hope Is Gone em outubro, quando dará prosseguimento à turnê nos EUA.
Fãs de todo o mundo lembram o dia em que o cantor completaria 51 anos
Neste sábado (29), se estivesse vivo, Michael Jackson estaria completando 51 anos. Para marcar a data, fãs por todo o mundo resolveram sair às ruas em memória do astro.
Na capital da Índia, Nova Déli, um grupo de dança apresentou um espetáculo especial para celebrar o aniversário do rei do pop e dizer: "ele ainda está vivo". Já em Paris, uma multidão de sósias e entusiastas se reuniu em frente à Torre Eiffel para uma grande coreografia coletiva dos sucessos do cantor. Em Nova York, o diretor Spike Lee vai comandar uma festa em homenagem a Michael no Fort Greene Park.
Aniversário de 51 anos de Michael Jackson é motivo de festa para fãs na capital da França / AP
Ontem, o Instituto Médico Legal de Los Angeles divulgou parte dos resultados da autópsia no corpo de Jackson. De acordo com os legistas, o cantor morreu em decorrência de uma alta dose do anestésico Propofol e, por isso, o caso deve ser encarado agora como homicídio, o que vai trazer problemas para o médico pessoal de Jackson, Conrad Murray. O enterro do rei do pop está previsto para próxima quinta-feira (03), em Los Angeles.
Marisa Monte e senegalês Youssou N'Dour também estrelaram parte musical do Back 2 Black
Com a África no centro das atenções e Gilberto Gil com um repertório "melaninado", o festival Back 2 Black começou nesta sexta-feira no Rio de Janeiro discutindo a história, os problemas e os desafios do continente.
Na primeira conferência dos três dias de evento, o músico e ativista irlandês Bob Geldof – famoso por organizar os shows beneficentes do Live Aid (1985) e do Live 8 (2005) – e o artista e poeta sul-africano Breyten Breytenbach deram seus pontos de vista, nem sempre coincidentes, sobre as complexidades inerentes à África.
Em um dos pontos em comum entre as opiniões de ambos, Breytenbach e Geldof concordaram que a África não pode ser tratada como uma peça única em detrimento da sua diversidade de países, culturas, religiões e idiomas. "A África é uma construção complexa desde sempre. Há uma tendência de pensar a África como uma coisa só, mas quem mora, trabalha ou é de lá sabe que não é assim", diz o sul-africano.
Segundo Breytenbach, há alguns pontos em comum dentro da África, como a existência de conflitos armados, a grande quantidade de pessoas que emigram para fora do continente e o flagelo da aids, entre outros. Antes de concluir sua fala, o artista disse que é necessário perguntar "a quem a África pertence de fato, pois é o que define seu relacionamento com o resto do mundo".
Muito mais à vontade do que o contido Breytenbach, como convém a um artista de rock, Bob Geldof logo ficou de pé para expressar seus pontos de vista. Logo de cara, disse estar cansado de falar sobre os problemas da África, continente que visita há 26 anos. Para o idealizador do Live Aid e do Live 8, muita coisa mudou de lá até aqui, e para melhor. "Os africanos estão tentando formar seus próprios países, e isso não é fácil", afirmou.
Geldof ressaltou o desrespeito às culturas africanas nos processos de colonização e disse que o Ocidente impôs à África uma política e uma economia que não funcionam no continente. Segundo o irlandês, os africanos desenvolveram uma cultura de coletividade, na qual o indivíduo - elemento primordial das civilizações ocidentais - não sobrevive, e até por isso a África "vai se desenvolver de formas que sequer imaginamos", afirmou.
Depois de abrirem espaço a perguntas do público, Geldof, Breytenbach e Agualusa concluíram suas respectivas participações no Back 2 Black ao falarem sobre a falta de integração dentro da própria África e defenderam a criação de mecanismos que ajudem a combater esse problema.
Show "melaninado"
Na parte musical da noite, Gilberto Gil subiu ao palco em um show que, mesmo em formato acústico, animou muito o público. Acompanhado dos filhos Bem e José, o ex-ministro da Cultura lançou mão de um repertório, em suas palavras, "melaninado, pigmentado", repleto de músicas sobre a raça e a cultura negras. A cantora beninense Angélique Kidjo, que se apresenta no último dia do festival, estava presente e aproveitou para dar uma "canja".
O primeiro dia do festival Back 2 Black chegou ao fim com um show eletrizante do cantor senegalês Youssou N'Dour, um dos artistas africanos mais famosos no mundo e conhecido também por suas participações em eventos culturais em defesa da África, incluindo o Live 8, em 2005.
Destaque para a participação de Marisa Monte, que subiu ao palco para um dueto em "7 Seconds", hit dos anos 90 na voz de N'Dour e Neneh Cherry. Angélique Kidjo não deixou por menos e deu mais uma amostra de seu talento, desta vez ao lado do músico do Senegal.
O evento continua neste sábado com shows de Ed Motta com a banda Black Rio em um tributo a Tim Maia e de MV Bill. O rapper também participa da conferência que abre a noite, junto com Youssou N'Dour e os cineastas Kátia Lund ("Cidade de Deus") e Gavin Hood ("X-Men Origens: Wolverine), sobre cultura e desenvolvimento.
Adam Goldstein havia se recuperado de queda de avião com baterista do Blink 182
O DJ Adam Goldstein, conhecido como AM, foi encontrado morto em um apartamento em Nova York nesta sexta-feira. Ele tinha 36 anos. O músico ganhou celebridade ao sobreviver, em setembro do ano passado, a um acidente de avião.
Na ocasião, quatro pessoas morreram. Outro sobrevivente da queda foi o roqueiro Travis Barker, baterista da banda Blink 182.
A polícia suspeita que o DJ tenha sido vítima de uma overdose, pois havia frascos de remédio de venda controlada ao lado do corpo.
Badalado no circuito eletrônico, Goldstein – que já namorou Nicole Ritchie e a atriz Mandy Moore – tinha uma apresentação marcada para ontem.
Como DJ, seu trabalho aparece em álbuns de Madonna, Will Smith, Kenneth "Babyface" Edmonds e Papa Roach. Ele se apresentava em clubes de Las Vegas, Los Angeles, entre outros.
Com a banda Crazy Town, Goldstein teve o hit "Butterfly", em 2001, mas o grupo se desmanchou dois anos depois.
29/08/2009 10:31 AM
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