A companhia Verizon, a maior do ramo de serviços de telefonia celular nos Estados Unidos, alcançou lucro líquido de US$ 3,21 bilhões (US$ 0,58 por ação) no primeiro trimestre de 2009, 5,3% acima do registrado um ano antes, segundo dados divulgados nesta segunda-feira.
No mesmo período de 2008 a empresa tinha alcançado lucro de US$ 3,049 bilhões. A receita operacional entre janeiro e março deste ano chegou a US$ 26,591 bilhões, 11,6% a mais do que nos três primeiros meses de 2008, devido, em parte, à aquisição da concorrente Alltel no início deste ano.
A companhia destacou que as receitas geradas por seus serviços de telefonia celular e de televisão por fibra óptica, assim como em outras divisões estratégicas, se mantêm sólidos apesar da situação econômica.
Leia mais (27/04/2009 - 14h08)
A menor demanda e o aumento da produção interna vão diminuir a necessidade de importação de óleo diesel neste ano, segundo a Petrobras. O diretor de abastecimento e refino da estatal, Paulo Roberto Costa, estimou nesta segunda-feira que o país poderá importar menos de 10% do consumo total do combustível. No ano passado, dos cerca de 45 bilhões de litros consumidos no país, aproximadamente 15% foram obtidos no exterior.
"Há uma demanda menor, pela crise e, principalmente, pelo fato de as usinas termelétricas movidas a diesel não estarem ligadas. Associado ao crescimento da produção, com a modernização das refinarias, talvez importemos menos de 10% do consumo esse ano", afirmou Costa, durante visita à Reduc (Refinaria de Duque de Caxias), na Baixada Fluminense. Ele acrescentou que o consumo de diesel teve retração ao longo do primeiro trimestre, mas apresentou leve recuperação em março.
Costa não precisou o incremento da produção doméstica de óleo diesel, mas lembrou que, desde setembro, o país deixou de gastar o equivalente a cerca de US$ 700 milhões com a importação deste derivado do petróleo. O executivo evitou fazer projeções a respeito da economia que será gerada daqui para frente, explicando que a variação do custo do barril do petróleo dificulta uma estimativa mais precisa.
Leia mais (27/04/2009 - 13h59)
As Bolsas europeias fecharam em alta nesta segunda-feira. As ações do setor farmacêutico tiveram ganho devido aos temores sobre os efeitos da gripe suína --até o momento 22 pessoas morreram devido à doença no México e na Espanha já existe ao menos um caso confirmado.
10 questões para entender o tremor na economia Entenda como a crise financeira global afeta o Brasil
A Bolsa de Londres fechou em alta de 0,27% no índice FTSE 100, indo para 4.167,01 pontos; a Bolsa de Milão teve alta de 0,50% no índice MIBTel, indo para 14.897 pontos; a Bolsa de Frankfurt subiu 0,42% no índice DAX, indo para 4.694,07 pontos; e a Bolsa de Zurique fechou em alta de 1,23%, indo para 5.175,97 pontos no índice Swiss Market. A Bolsa de Paris fechou praticamente estável (com variação negativa de 0,01%), em 3.102,43 pontos.
Leia mais (27/04/2009 - 13h50)
A Folha oferece o serviço de esclarecimento de dúvidas dos leitores sobre como fazer a declaração do IR deste ano. O serviço será publicado até 30 de abril, quando termina o prazo de entrega das declarações. As respostas, dadas pela equipe de consultores da IOB, serão publicadas no caderno Dinheiro, de terça-feira a sábado, e na Folha Online.
Veja quem é obrigado a declarar Entenda as mudanças na declaração de 2009 Faça o download dos programas para o IR 2009 na Folha Online
O contribuinte que estiver obrigado a declarar mas não prestar contas ao fisco até o dia 30 deste mês terá de pagar multa mínima de R$ 165,74 ou 1% sobre o imposto devido, o que for maior.
Leia mais (27/04/2009 - 13h33)
O preço do petróleo opera em baixa nesta segunda-feira. Os temores quanto à recessão da economia global se somaram hoje aos dos efeitos da gripe suína, que já deixou mais de 100 mortos no México e atingiu também os Estados Unidos, o Canadá e a Espanha.
Às 12h40 (em Brasília), o barril do petróleo cru tipo WTI para entrega em junho, negociado na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês), estava cotado a US$ 49,81, em baixa de 3,38%. Até o horário, o preço máximo do barril era de US$ 51,45 e o mínimo, de US$ 48,01.
Leia a cobertura completa da crise nos EUA Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA Entenda como a crise financeira global afeta o BrasilLeia mais (27/04/2009 - 12h45)
O mercado de bens de luxo também dá sinais de que será afetado pela crise financeira. As vendas globais de produtos de luxo devem encolher em torno de 10% neste ano, para 153 bilhões de euros (cerca de US$ 200 bilhões), segundo pesquisa da consultoria Bain & Company.
Só no primeiro semestre deste ano, as quedas devem ficar em torno de 15% e 20%, de acordo com o "Worldwide Luxury Goods Market" ("Panorama Global do Mercado de Artigos de Luxo", em inglês). A partir do segundo semestre, o mercado deve se estabilizar, aponta o estudo.
Entre as principais categorias de artigos de luxo, o vestuário sofrerá o maior impacto, com uma redução de 15% nas vendas, enquanto o comércio de joias e relógios cairá 12%. Cosméticos e perfumes de luxo podem manter o nível de vendas de 2008, registrando um faturamento somado de 40,8 bilhões de euros.
Leia mais (27/04/2009 - 12h41)
O presidente da GM (General Motors), Fritz Henderson, disse nesta segunda-feira que a companhia não deixará de operar na Europa, mas admitiu que "terá uma estrutura diferente", à medida que avançarem as negociações sobre o futuro da marca Opel.
Henderson disse, durante uma entrevista coletiva realizada hoje, em Detroit, que a General Motors está mantendo "discussões com vários investidores" sobre a venda da alemã Opel, mas se negou a informar nomes.
Sobre se a GM deixará de ser uma firma mundial, após acabar seu processo de reestruturação, Henderson disse que continuará "sendo uma companhia global, mas sua natureza vai mudar". "Vamos ser globais, mas de forma diferente. Estou mais concentrado em obter bons resultados do que em ser grande", afirmou.
Leia mais (27/04/2009 - 12h22)
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) não escapa do clima global com a escalada de mortes por conta da gripe suína. Analistas e investidores temem os efeitos da doença sobre a economia global, já afetada por sua pior crise em 70 anos. A agenda econômica carregada, com a divulgação do PIB (Produto Interno Bruto) americano e Copom na quarta-feira, também não ajuda a amenizar o nervosismo. O câmbio tem alta moderada e atinge R$ 2,19.
O termômetro da Bolsa, o Ibovespa, contrai 0,73%, aos 46.429 pontos. O giro financeiro é de R$ 1,32 bilhão. Nos EUA, a Bolsa de Nova York avança 0,35%. Na Europa, as principais Bolsas amargam perdas, a exemplo do mercado francês (queda de 0,16%) e alemão (baixa de 0,14%).
O dólar comercial é negociado por R$ 2,198, em alta de 0,27%. A taxa de risco-país marca 379 pontos, número estável sobre a pontuação anterior.
Leia mais (27/04/2009 - 12h02)
A balança comercial registrou superávit comercial de US$ 880 milhões na quarta semana de abril de 2009 (diferença entre os valores exportados e importados).
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, o saldo é resultado de exportações de US$ 2,493 bilhões (média diária de US$ 623,3 milhões) e importações de US$ 1,613 bilhão (média diária de US$ 403,3 milhões).
No acumulado de abril, o superávit chega a US$ 2,545 bilhões (média diária de US$ 159,1 milhões). As exportações acumulam US$ 9,494 bilhões (média diária de US$ 593,4 milhões, queda de 11,4% ante abril do ano passado) e as importações US$ 6,949 bilhões (média diária de US$ 434,3 milhões, o que representa queda de 26%).
Leia mais (27/04/2009 - 11h14)
As Bolsas americanas operam em baixa nesta segunda-feira. A preocupação dos investidores é de que a gripe suína, que já matou 22 pessoas no México e tem casos confirmados nos Estados Unidos e Canadá, possa afetar o setor de turismo e diminuir o impacto da recuperação econômica em vários países. Ações de redes hoteleiras, companhias aéreas e agências de viagens registravam fortes quedas.
Às 11h12 (em Brasília), a Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês) estava em baixa de 0,90% no índice DJIA (Dow Jones Industrial Average, principal referência do mercado financeiro americano), que estava com 8.003,65 pontos, enquanto o S&P 500 tinha queda de 1%, indo para 857,61 pontos. A Bolsa Nasdaq perdia 1,01%, indo para 1.677,18 pontos.
Os papéis da rede hoteleira Starwood Hotels e Resorts recuavam 8,7%; os da operadora de cruzeiros Carnival perdiam 8,8%; enquanto os do grupo empresarial AMR, que opera a companhia American Airlines, desvalorizavam 14,4%. Papéis das companhias Delta, Continental, United e US Airways também tinham perdas.
Leia mais (27/04/2009 - 11h14)
27/04/2009 02:13 PM
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