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Autoridades das Coreias do Norte e do Sul se reúnem pela primeira vez em mais de um ano

Autoridades da Coreia do Sul e da Coreia do Norte se reúnem nesta terça-feira para a primeira rodada de negociações entre os dois países em mais de um ano. Nenhum dos países comentou o que pretende discutir no encontro, que foi solicitado pelo governo da Coreia do Norte.Na semana passada, o governo de Pyongyang - que tem endurecido sua retórica após o lançamento de um foguete, no início do mês - afirmou que tinha uma "mensagem importante" para o governo da Coreia do Sul, sem, no entanto, fornecer mais detalhes.

As negociações acontecem na zona industrial binacional de Kaesong, um complexo de empresas localizado em território norte-coreano, mas construído com capital de Seul.

Segundo o correspondente da BBC em Seul, John Sudworth, o complexo de Kaesong é o único dos projetos conjuntos que restam dos acordos de cooperação entre Pyongyang e os dois últimos governos sul-coreanos.

Sudworth afirma que a produção industrial do complexo diminuiu sensivelmente após o governo conservador do presidente Lee Myung-bak tomar posse na Coreia do Sul, em fevereiro do ano passado.

"Ato de guerra"
Ainda de acordo com Sudworth, o governo de Pyongyang está irritado com os planos da Coreia do Sul de se juntar a um projeto liderado pelos Estados Unidos para rastrear e tentar parar navios suspeitos de carregarem armas de destruição em massa.

O governo norte-coreano deve usar a reunião para protestar contra a iniciativa, que considera "um ato de guerra", segundo Sudworth,
Observadores apontam que o destino de um trabalhador sul-coreano que está sob custódia de Pyongyang também deve ser discutido.

O homem foi detido no complexo de Kaesong há três semanas, acusado de fazer críticas ao regime do país comunista.

21/04/2009 02:44 AM

Protestos em Madagascar deixem pelo menos dois mortos

Pelo menos duas pessoas morreram e treze ficaram feridas nesta segunda-feira em um protesto contra o fechamento de duas estações de rádio no centro de Antananarivo, capital de Madagascar. Policiais e soldados abriram fogo contra manifestantes de oposição ao governo.Os conflitos continuaram pela noite, mas ainda não está claro se as duas mortes foram causadas pelos tiros das forças de segurança.

Os choques com a polícia começaram depois de os manifestantes terem se dirigido a um tribunal da cidade em protesto contra o fechamento das rádios Mada e Fahazavana.

As forças de segurança tentaram dispersar os manifestantes com bomba de gás e depois abriram fogo.

O correspondente da BBC em Madagascar, Jonny Hogg, afirmou ter visto pelo menos uma pessoa sendo baleada pelas costas de uma curta distância.

Hogg também afirmou que carros foram incendiados nas proximidades de prédios do governo.

Segundo ele, o número de mortos nos choques pode aumentar.Novos protestos foram marcados para esta terça-feira.

Golpe
Os manifestantes apoiam o ex-presidente Marc Ravalomanana, que foi tirado do poder em março deste ano em um golpe liderado por seu rival e atual presidente Andry Rajoelina. Ele atualmente está exilado.

Rajoelina afirma que convocará eleições presidenciais em outubro de 2010 e emitiu uma ordem de prisão contra Ravalomanana.

Também nesta segunda-feira, Ravalomanana afirmou em uma coletiva de imprensa na África do Sul que não tem medo de ser preso e disse que pretende retornar ao país nas próximas semanas.

Ravalomanana afirmou que a "única maneira de se acabar com a crise" no país africano é a convocação de eleições ou de um referendo antes do final deste ano.

O golpe que tirou Ravalomanana do poder foi condenado pelos países africanos, o que fez com que o país fosse suspenso da União Africana e da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral.

O ex-presidente afirmou ainda esperar que estas duas organizações o ajudem a voltar ao país.

21/04/2009 01:30 AM

EUA marcam dez anos do massacre de Columbine

Os americanos marcam nesta segunda-feira os 10 anos do massacre de Columbine, em que dois alunos de um colégio no Estado do Colorado mataram 12 alunos e um professor. A escola Columbine High School, onde ocorreu o massacre, não abrirá nesta segunda, em homenagem aos mortos.Uma sessão especial de lembrança da tragédia está marcada para esta segunda-feira na cidade.

No dia 20 de abril de 1999, os adolescentes Eric Harris e Dylan Klebold invadiram a escola armados, matando pessoas a esmo e depois se suicidando.

No domingo, centenas de pessoas participaram de uma vigília em um parque próximo à escola Columbine High School.

Kirsten Kreiling, presidente da Fundação Columbine Memorial, que representa os familiares das vítimas, estima que mil pessoas participaram da vigília de domingo.

"Esta é uma hora para a comunidade voltar a se unir como ela fez há 10 anos, no dia das mortes", afirmou Kreiling.

A filha de Dave Sanders, o único professor morto no episódio, disse que o aniversário de 10 anos da tragédia é o momento certo para finalmente deixar o caso para trás.

"Nós passamos os últimos 10 anos lembrando o dia da sua morte. Eu acho que de agora em diante, vamos tentar é celebrar a sua vida", disse Connie Sanders.

O diretor de Columbine, Frank DeAngelis, também está entre as pessoas que devem participar das homenagens desta segunda-feira. Ele prometeu que só deixará o cargo no dia que todas as crianças que estava no jardim de infância na época do incidente tiverem completado todo o ensino básico.

Na sexta-feira, o governador de Colorado, Bill Ritter, ordenou que as bandeiras fossem hasteadas a meio pau em prédios públicos.

O massacre de Columbine reabriu o debate sobre porte de armas nos Estados Unidos, um tema que é polêmico até hoje. Desde Columbine, outros massacre do tipo aconteceram no país, entre eles o da Universidade de Virginia Tech, onde 32 pessoas foram mortas por um estudante em abril de 2007.

20/04/2009 07:31 PM

Grande Muralha da China é maior do que se pensava, diz pesquisa

A Grande Muralha da China pode ser ainda maior do que se pensava, indica a primeira pesquisa detalhada a estabelecer o comprimento do monumento histórico. Depois de dois anos, a pesquisa concluiu que a Grande Muralha tem 8.850 quilômetros de comprimento. Até agora, acreditava-se que o comprimento da muralha era de 5 mil quilômetros. As medições anteriores eram baseadas principalmente em registros históricos.O novo estudo, conduzido pela Administração Estatal de Patrimônio Cultural e pela Administração Estatal de Topografia e Cartografia, usou tecnologias de GPS e infravermelho para localizar algumas áreas que haviam sido ocultadas ao longo do tempo pela ação de tempestades de areia, informou a agência estatal chinesa.

De acordo com as novas descobertas, as seções da muralha somam 6.259 quilômetros, além de outros 359 quilômetros de trincheiras e 2.232 quilômetros de barreiras defensivas naturais, como montes e rios.

Dinastia Ming
Especialistas afirmam que as partes recém-descobertas da muralha foram construídas durante a Dinastia Ming, que reinou na China de 1368 a 1644.

As pesquisas deverão prosseguir por mais 18 meses e mapear seções da muralha construídas durante as dinastias Qin (221 a 206 a. C.) e Han (206 a. C. a 94 d. C.).

Criada para proteger a fronteira norte do império chinês, a Grande Muralha da China é, na verdade, uma série de muralhas cuja construção começou no século 5 a. C. e que foram unidas pela primeira vez no reinado de Qin Shi Huang, por volta de 220 a. C.

O monumento foi declarado patrimônio mundial pela Unesco em 1987.

20/04/2009 06:58 PM

CIA usou técnica de afogamento 183 vezes em acusado pelo 11/9

A CIA (agência de inteligência americana) usou uma controversa técnica de interrogatório em que há simulação de afogamento 183 vezes durante um mês em Khalid Sheikh Mohammed, acusado de ser um dos responsáveis pelos ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, de acordo com o jornal americano "The New York Times". A publicação analisou um memorando do Departamento de Justiça americano que comprova que o método, conhecido em inglês como "waterboarding", foi usado todas essas vezes.

A técnica foi empregada em interrogatórios durante a administração do presidente George W. Bush, mas foi banida pelo atual mandatário americano, Barack Obama. Os interrogatórios de Mohammed, um dos líderes da rede extremista Al-Qaeda, aconteceram em março de 2003.

A técnica também foi usada pelo menos 83 vezes em agosto de 2002 em outro suspeito, Abu Zubaydah, disse o jornal.

A revelação foi feita no mesmo dia em que o presidente americano, Barack Obama, reiterou durante uma visita à sede da CIA que nenhum oficial da agência terá sua identidade exposta ou responderá judicialmente por causa dos métodos usados na administração anterior.

Mas o presidente americano disse que proibiu técnicas controversas de interrogatório, que muitos consideram tortura, por acreditar que "estamos mais seguros quando usamos nossos valores e a força da lei".

No domingo, o chefe da CIA no período em que as técnicas controversas foram usadas, Michael Hayden, disse que o fato de documentos da agência terem sido divulgados vai dificultar a tarefa de extrair informações úteis de suspeitos.

"Creio que ensinar aos nossos inimigos nossos limites, ao descartar certas técnicas, torna mais complicado para a CIA defender a nação", disse ele.

Leia mais sobre: CIA

 

20/04/2009 06:45 PM

Arquiteto espanhol apresenta casa ecológica com teto-jardim

Um arquiteto da Espanha apresenta nesta semana em uma feira no país o projeto de uma casa ecológica de 200 m2, desmontável, transportável e com um teto-jardim onde o dono pode passear e cultivar plantas para o consumo doméstico. A casa, chamada de Green Box, tem consumo de energia zero e não gera resíduos durante a construção, de acordo com arquiteto Luis de Garrido, que revelou o projeto na Feira Internacional de Construção de Barcelona.A estrutura da casa é constituída por painéis de concreto armado, placas de madeira e cimento e painéis metálicos. A base e as paredes são montadas como um quebra-cabeças - os módulos pré-fabricados se encaixam por pressão e com parafusos.

"Desta forma, a Green Box pode ser modificada a qualquer momento. E o mais importante é que não há necessidade de obras. Não gera resíduos e suas peças podem ser consertadas ou substituídas. Por isso tem um ciclo de duração infinito", disse Garrido.Teto-jardim
A casa, que pode ser construída em 15 dias, tem outros componentes que minimizam o impacto ambiental da construção, como uma câmara de ar subterrânea que permite o controle da temperatura de forma automática, aproveitando a energia geotérmica e solar.

"Precisamos de uma arquitetura que satisfaça nossas necessidades atuais, sem comprometer a dos nossos descendentes. Não é só uma questão de consumir menos, mas de controlar o que se consome. O setor da construção normalmente é um campeão de desperdícios", disse o arquiteto.

Garrido considera "um modismo com interesses comerciais" a maioria dos produtos que prometem economizar energia ou levam etiquetas ecológicas sem bases científicas ou controles efetivos.

"Aparentemente todo mundo está sensibilizado com o aquecimento global. Mas quase ninguém pergunta a um fabricante de onde saiu o que ele consome. Se a madeira veio de uma árvore protegida da Amazônia, por exemplo."
Organizações ambientais denunciam que muitas das chamadas casas ecológicas usam materiais que causam impacto ambiental e madeira cuja origem nem sempre é legal.

20/04/2009 05:46 PM

Pai de atriz de vencedor do Oscar nega ter tentado vender a filha

O pai de uma menina que atuou no filme Quem Quer Ser Um Milionário, vencedor do Oscar deste ano, negou ter tentado vender a filha e disse ter sido alvo de uma operação "suja" armada por um jornal britânico. O tabloide News of the Worlddisse que Rafiq Qureshi, pai da menina Rubina Ali, de nove anos, tinha pedido US$ 296 mil a repórteres que se fizeram passar por emissários de um rico xeque árabe que queria adotar a menina e levá-la para morar em Dubai.O News of the World, que publicou fotos de Rubina e de seu pai durante um encontro com repórteres, disse ainda que Qureshi estava infeliz com o cachê recebido da produção do filme e queria uma forma de sair da favela onde vive.

No filme, Rubina interpreta a personagem principal, Latika, na infância.

Nesta segunda-feira, em uma longa entrevista à BBC, Qureshi disse que não tinha aceito o acordo para vender a filha a pais adotivos e que a imprensa tinha "se divertido às custas da nossa pobreza".

"Eles jogaram sujo conosco, mas não aceitamos nenhum dinheiro deles. Minha filha não está à venda", afirmou Qureshi, que é carpinteiro em Mumbai.

Encontros
Conforme informações recebidas pela BBC, chamadas telefônicas teriam sido feitas para solicitar um encontro com Rubina e seu pai. Teria havido três encontros entre a última quinta-feira e sábado.

"Naquelas ligações, eles disseram que um rico casal árabe tinha ficado comovido ao ver Rubina na TV Al-Jazeera. O xeque e sua esposa estavam muito tristes ao ver a situação dela e haviam decidido ajudar. Então concordamos em encontrá-los", disse Qureshi.

Houve três encontros, dois em hotéis em Mumbai e um durante uma visita do repórter ao barraco da família na favela Bandra.

Qureshi disse que na última reunião, no sábado, pediram-lhe que falasse com alguém pelo telefone, e a pessoa o agradeceu por ele ter permitido que Rubina fosse adotada."Foi então que me ocorreu que eles estavam fazendo um acordo por minha filha. Eu desliguei o telefone e disse que estávamos saindo do hotel", disse.

Mas a família acabou ficando para tomar chá. Qureshi disse que ainda recebeu uma oferta de 500 mil rúpias como adiantamento. "Nós recusamos, mas eles ficavam repetindo que se aceitássemos a oferta o dinheiro seria providenciado em cinco minutos", afirmou.

Qureshi disse que só no domingo, ao ver as reportagens sobre o caso na televisão, ficou sabendo que as pessoas com quem havia se encontrado eram na verdade repórteres.

Vizinhos
Os vizinhos de Qureshi ficaram surpresos com as notícias. "Sabemos o quanto ele ama sua filha. Podemos ser pobres, mas temos amor próprio. Não vendemos nossas crianças não importa quão grande seja a tentação", disse um dos vizinhos, Mohammed Shakeel.

Priti Patkar, diretor da organização não-governamental Prema, que faz campanha pelo bem estar de crianças, disse que falar com Rubina foi "anti-ético" da parte da imprensa.

"A polícia local e comitês pelo bem estar das crianças deveriam analisar imediatemente o assunto e tomar as providências necessárias contra quem quer que seja o culpado", disse.

Shireen Miller, representante da entidade britânica Save the Children radicada em Nova Déli, disse que abusos e exploração de crianças são "um problema sério" no país e que são necessárias leis rígidas para proteger essas famílias de agentes e intermediários".

20/04/2009 05:45 PM

Líder de oposição a Chávez vai pedir asilo político, diz partido

O dirigente opositor e ex-candidato presidencial da Venezuela, Manuel Rosales, pedirá asilo político a um país vizinho, alegando que seu julgamento, previsto para esta segunda-feira, é um "instrumento de perseguição política", de acordo com o presidente de seu partido. "Convencemos Manuel Rosales de que ele não pode se apresentar em um tribunal convertido em instrumento político", afirmou Omar Barboza, presidente do partido de Rosales, Um Novo Tempo, em entrevista coletiva em Caracas, nesta segunda-feira.Barboza disse que seu partido está organizando o trâmite do pedido de asilo político em "um país amigo".

Rosales não aparece em público desde o final de março, quando anunciou estar "refugiado" no interior do Estado de Zulia (oeste do país).

Desde então, abandonou suas funções como prefeito da cidade de Maracaibo, a segunda maior do país, delegando o cargo a um ex-deputado.

Acusação
Na sexta-feira, a Justiça ordenou o embargo dos bens do político.

Os membros da oposição ao presidente venezuelano Hugo Chávez alegam que Rosales não cometeu nenhuma irregularidade e que o julgamento é parte de uma "onda de perseguição política" do governo a seus adversários.

O governo, por sua vez, defende a aplicação da lei e o julgamento ao delito de corrupção.

Rosales foi acusado pelo Ministério Público (MP) de Zulia de enriquecimento ilícito durante sua gestão à frente do governo estadual.

O MP alega que Rosales não pode comprovar a procedência de US$ 68 mil em sua declaração de patrimônio relativa os anos de 2002 a 2004.

Caso seja condenado, o dirigente opositor pode pegar pena de três a dez anos de prisão, conforme prevê a Lei Anticorrupção.

A ausência de Rosales perante o Tribunal reforça a hipótese defendida por governistas de que ele deixou o país.

Ainda não se sabe se o Tribunal dará continuidade ao julgamento previsto para esta segunda-feira, do qual pode ser solicitado um mandato de prisão do dirigente político.

Batalhas legais
As acusações contra Manuel Rosales vieram à tona durante a campanha para eleições municipais e estaduais, em 2008.

Na época, em um comício em Zulia, Chávez chamou Rosales de "corrupto", "golpista" e "mafioso" e disse que o ex-governador deveria ser preso.

Rosales não é o único membro de destaque da oposição venezuelana a enfrentar a Justiça no país.

No início do mês, foi preso o ex-ministro de Defesa Raúl Isaías Baduel, que em 2007 passou do campo aliado à oposição. Ele é acusado pelo desvio de US$ 15 milhões em verbas pública.

A Justiça também mira o campo chavista. Um tribunal estadual ordenou, no início do mês, a prisão do ex-governador do Estado de Yaracuy, Carlos Gímenez, quem também é acusado de corrupção. Giménez, porém, continua em liberdade.

20/04/2009 04:32 PM

Mais uma mulher diz que presidente paraguaio é pai de seu filho

Uma semana depois de ter reconhecido a paternidade de um menino de dois anos, o presidente do Paraguai, o ex-bispo católico Fernando Lugo, de 57 anos, é apontado como pai de outra criança. A paraguaia Benigna Leguizamón, de 27 anos, disse ao jornal local Última Horaque Lugo é pai de seu filho de seis anos."Eu criei coragem para falar depois de ver o caso de Viviana Carrillo (mãe do menino de dois anos)", disse.

Leguizamón afirmou que pretende entrar com uma ação na Justiça para que o presidente seja submetido a exames de DNA. Segundo a imprensa local, ela deu prazo de 24 horas para que Lugo reconheça a paternidade do menino ou apelará à Justiça.

A mulher disse que já era mãe solteira de uma menina quando conheceu Lugo, na época bisco da localidade de São Pedro, onde ela morava.

O menino, L.F.L., nasceu em setembro de 2002 e, segundo ela, a pedido do então bispo, tem um dos nomes de Lugo, mas não seu sobrenome.

Leguizamón contou que o relacionamento durou dois anos e que Lugo a ajudou financeiramente, no início, até que ele deixou de atender seus telefonemas.

O rosto de Leguizamón e suas declarações ocupam, nesta segunda-feira, os principais sites dos jornais do Paraguai, como Última Horae ABCColor, além da TV Telefuturoe da rádio Ñanduti.

Em um comunicado divulgado nesta segunda-feira, a Presidência do Paraguai afirma que o Lugo está disposto a "atuar com a verdade".

A expectativa agora é se o presidente falará ou não no assunto em uma mensagem à nação prevista para as próximas horas.

O palácio presidencial informa que o presidente se limitará a falar sobre questões do seu governo.

O novo episódio voltou a sacudir a política paraguaia. Mulheres que ocupam pastas no governo, como Gloria Rubin, secretária da Mulher, disseram que o presidente está disposto a fazer o teste de DNA.

Na semana passada, pesquisas de opinião indicaram que a popularidade do presidente caiu cerca de 16% após ele ter reconhecido a paternidade do menino de dois anos de idade.

Lugo assumiu o poder em agosto do ano passado, após ter sido eleito em abril.

20/04/2009 02:36 PM

Físico Stephen Hawking é internado em Cambridge

O britânico Stephen Hawking, um dos mais conhecidos físicos do mundo, está muito doente e foi internado em um hospital na Grã-Bretanha, revelou um representante da Universidade de Cambridge, ao qual ele é ligado. Gregory Hayman, chefe de Comunicações da Universidade de Cambridge, afirmou que Hawking, de 67 anos, está passando por exames.

Segundo o porta-voz, o cientista, que sofre de uma doença degenerativa, "não está bem há algumas semanas". O professor já tinha cancelado uma visita a uma universidade americana no dia 6 de abril devido ao seu estado de saúde.

Hawking trabalha no Departamento de Matemática Aplicada e Física Teórica da Universidade de Cambridge há mais de 30 anos.

Aposentadoria

"O professor Hawking é um colega extraordinário. Todos nós esperamos que ele volte em breve", disse o professor Peter Haynes, chefe do Departamento de Matemática Aplicada e Física Teórica.

O autor do best-seller internacional Uma Breve História do Tempo fala com a ajuda de um sintetizador de voz, tem três filhos e um neto.

Ele ocupa o cargo de professor Lucasiano de Matemática, uma cátedra especial da Universidade, criada em 1663. Entre os cientistas que já ocuparam este posto está Isaac Newton.

Em 2007 foi anunciado que Hawking deixaria o cargo em Cambridge, pois a política da universidade é de aposentadoria para os professores que têm este título aos 67 anos.

No entanto, Hawking afirmou que pretende continuar trabalhando.

Leia mais sobre: Stephen Hawking

20/04/2009 02:33 PM

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