Vocalista Alex Kapranos inclusive canta cover em holandês
O vocalista do Franz Ferdinand, Alex Kapranos, disse que seu grupo gravou um single em parceria com a banda holandesa De Kift.
"Nós gravamos uma cover da canção 'Heisa Ho', da banda punk holandesa De Kift, ao mesmo tempo em que eles fizeram sua própria versão na nossa música 'Love And Destroy'. As duas gravações são bem diferentes das originais", afirmou o músico.
O single com as covers do Franz Ferdinand e De Kift ainda não tem data de lançamento. A grande curiosidade é em ouvir como Kapranos se saiu cantando em holandês.
Banda campeã em vendas acredita que gravadora não pagou o que devia
O grupo Pink Floyd está processando a gravadora EMI por um erro de cálculo no pagamento de seus royalties.
De acordo com os membros do grupo, a companhia pagou muito menos do que deveria pelos direitos autorais de seu catálogo.
O Pink Floyd assinou seu contrato com a EMI em 1967, e desde então é um dos campões em vendas de discos, sendo ultrapassados nos últimos 25 anos apenas pelos Beatles.
Pop star não mede esforços para adotar a menina Mercy James
Madonna irá formalmente apelar no próximo mês contra a decisão da corte do Malaui, que disse que ela não poderia adotar uma segunda criança do país africano, informou seu advogado nesta segunda-feira.
A Alta Corte do Malaui decidiu neste mês que a cantora pop dos Estados Unidos não poderia adotar uma menina de 4 anos, chamada Mercy James, porque ela não era uma residente do Malaui. A Suprema Corte de Apelação ouvirá seu caso. Madonna não deve aparecer.
"Eu não posso expor nossos motivos de apelação, mas eu posso confirmar que a corte fará nossa audiência de apelação no dia 4 de maio", disse à Reuters seu advogado, Alan Chinula.
O governo do Malaui foi criticado após Madonna ter adotado uma criança de 13 meses, David Banda, em 2006, e recebeu acusações de ter dado tratamento especial à cantora no processo ao ignorar leis que proibiam não-residentes de adotar crianças.
Grupos de direitos humanos do país acusaram o governo de ter dado um tratamento especial a Madonna, uma cidadã norte-americana. O governo apoia a tentativa de adoção de Mercy, dizendo que Madonna é uma mãe digna.
Uma epidemia de Aids no país do sul da África já deixou órfãs mais de um milhão de crianças e Madonna criou uma organização humanitária para crianças malauianas.
"Eu quero proporcionar um lar a Mercy, um ambiente amável familiar e a melhor educação e cuidados médicos possíveis. E é o meu desejo que ela, assim como David, volte um dia ao Malaui e ajude as pessoas do seu país", disse Madonna ao jornal Nation por e-mail.
Em sua decisão judicial da Alta Corte, a juíza Esimie Chombo alertou contra adoções por celebridades, dizendo que isto poderia levar ao tráfico de crianças.
Madonna entretém milhões ao redor do mundo com apresentações ousadas e de alta energia com músicas como "Material Girl" e "Papa Don't Preach" e cria controvérsias por onde passa.
A estrela, que se divorciou no ano passado do diretor de cinema britânico Guy Ritchie, é uma das mais bem-sucedidas cantoras da indústria da música, com vendas superando 200 milhões de álbuns.
Dupla de rap e banda alternativa são destaques no terceiro dia do evento
Dois grupos chamaram a atenção do público no terceiro (e último) dia do Coachella festival, evento de música que ocorreu na Califórnia durante o final de semana.
O primeiro deles foi o Public Enemy, grupo de rap formado pelos veteranos Chuck D e Flavor Flav. Em sua primeira apresentação no festival, os rappers cantaram todas as faixas do álbum It Takes A Nation of Millions To Hold Us Back, de 1988.
"Nós vamos tocar o disco todo, do início ao fim!", disse Flavor Flav. "É o aniversário de 20 anos de 'Fight the Power'", completou, referindo-se ao maior clássico do grupo, acompanhado por um público que levantou os pulsos durante toda a canção.
Muito antes do show de hip hop, o grupo indie Yeah Yeah Yeahs chamou a atenção em sua apresentação no palco principal, onde tocou diversas canções de seu último álbum, It's Blitz.
Atrás da banda liderada pela vocalista Karon O estava um globo ocular inflável, semelhante aos jogados pela plateia durante o show. "Essa é a nossa canção de amor", disse a cantora antes de "Mapx", dedicando a música às demais bandas do festival.
Brigas internas ameaçam retorno do grupo de rock alternativo
Uma guerra irrompeu entre os membros originais da banda Jane's Addiction, que se preparam para sua primeira turnê em quase 18 anos.
O vocalista Perry Farrell disse à Reuters que a tentativa de mediação feita pelo líder do Nine Inch Nails, Trent Reznor, com quem o Jane's Addiction vai partir em turnê em maio, não deu certo.
Mas, apesar das explosões temperamentais de alguns, Farrell está determinado a manter o Jane's Addiction unido. Ele, o guitarrista Dave Navarro e baterista Steven Perkins vêm tocando juntos ocasionalmente ao longo dos anos. O baixista Eric Avery está de volta, depois de negar-se a tocar com a banda após sua separação original, em 1991. Seu retorno parece ter mudado a química delicada entre os músicos.
"Não vou dizer que tem sido tudo beijos e abraços. Mas nem deveria, porque isso seria um tédio", comentou Farrell nos bastidores do festival de música de Coachella, onde iria apresentar-se no domingo.
"Se minha banda não tivesse problemas, se não tivesse explosões de mau humor, eu pensaria que estou com um bando de chatos. Desde que eles consigam encarar, eu consigo. Afinal, só estamos fazendo música que as pessoas amam. As coisas poderiam ser piores. Poderíamos estar sendo recrutados para o exército."
"Acabei de ter uma conversa de homem para homem com o Eric. Somos pessoas diferentes, tudo bem. Ele opera numa frequência diferente. Mas estou superfeliz por estarmos trabalhando juntos. Não me importo de nos chocarmos de frente, desde que, quando subimos ao palco, a gente arrase."
Trent Reznor, que está produzindo as novas canções do Jane's, tentou em vão ajudar o grupo a resolver suas diferenças.
"Ele tentou ao máximo ser produtor e também psicólogo," contou Farrell. "Foi muito respeitoso, tentando não nos atrapalhar e não produzir demais. Francamente, eu queria que ele tivesse produzido um pouco mais, mas ele ficou um pouco ressabiado depois de nos ver explodir uns com os outros no estúdio."
Farrell disse que poucos grupos dos primórdios do rock alternativo ainda tocam juntos e estimou que o Jane's Addiction tem "uma janela de tempo pequena, de uns cinco anos", no qual ainda poderá fazê-lo.
"Sempre que há uma chance de reunir os membros originais de um grupo, ela deve ser aproveitada. Veja o caso do Pink Floyd. Eu acho o Roger Waters o maior roqueiro vivo para festivais, hoje. Ele tem um grande guitarrista, mas não é Dave Gilmour. Adoro The Who, adoro o Led Zeppelin, mas não são a mesma coisa quando não são os membros originais, as pessoas que compuseram e gravaram aquelas canções e deixaram suas vibrações naquelas faixas."
Conhecido por sucessos como "Been Caught Stealing" e "Jane Says", o Jane's Addiction vai seguir o exemplo de Trent Reznor e liberar músicas de graça na Internet. Farrell disse que a banda vai dar singles de graça em seu Website assim que ficarem prontos. O primeiro será intitulado "Embrace de Darkness."
Farrell, que também organiza o festival Lollapalooza em Chicago, disse que a recessão vem prejudicando as turnês, mas não as vendas de ingressos do Jane's Addiction ou do Lollapalooza.
"Como o inglês que sou, eu não aguento todo esse calor", disse o vocalista Ed Macfarlane durante a apresentação, que contou inclusive com uma linha de conga no meio da plateia.
Durante os 50 minutos em que esteve no palco o Friendly Fires tocou canções de seu álbum de 2009 como "White", "Diamonds", "Photobooth", "Paris" e "Jump In The Pool".
"É quase como o Natal. Quando éramos crianças na Inglaterra víamos o line-up do evento e gostávamos de todos os artistas. Aquile estava tão distante do nosso alcance. Tocar aqui com a nossa banda é absurdo, disse o guitarrista Edd Gibson.
Rei faz apresentação lotada em Cachoeiro do Itapemirim
Com quase uma hora de atraso, o cantor Roberto Carlos emocionou os 12 mil fãs que lotaram ontem à noite o Estádio do Sumaré, em Cachoeiro do Itapemirim (ES).
Além do público pagante, dezenas de pessoas se amontoavam sobre as lajes e janelas das casas vizinhas que ficam no entorno do local.
O show, marcado para as 20h00 - mas que começou às 20h50 - integra as comemorações pelos 50 anos de carreira do artista. Havia 14 anos que ele não se apresentava em sua cidade natal.
Trechos instrumentais de sucessos começaram a ser entoados às 20h45. Minutos depois, o Rei entrou no palco e arrancou aplausos e gritos com "O Portão".
Em seguida, para delírio dos fãs, emendou "Emoções". Chegou a dizer que se sentia como se estivesse começando a carreira naquele momento, na rádio da cidade. "Mas é melhor eu cantar, porque se eu falar, vou chorar." Dito isso, seguiu com "Além do Horizonte" e "Amor Perfeito".
Roberto não deixou de homenagear os pais. Cantou "Lady Laura" e "Meu Querido, Meu Velho, Meu Amigo". A canção "Quando", ausente do repertório de seus shows há quase 20 anos, também foi lembrada.
Um dos momentos de maior emoção no estádio foi quando o músico empunhou um violão para cantar "Detalhes". O público, hipnotizado, não sabia se cantava ou se ouvia o Rei em silêncio.
Como também não fazia há muito tempo, Roberto cantou a música-hino da cidade, "Meu Pequeno Cachoeiro", de Raul Sampaio. Talvez por conta da emoção, ele tropeçou na letra - o que só deixou sua interpretação mais charmosa.
"Essa parte do show é difícil porque todas as músicas me lembram Cachoeiro", disse. Os cachoeirenses cantaram junto. No telão, imagens de amigos e parentes do rei. O público gritava: "Hei, hei, hei. Roberto é o nosso Rei!"
O show será realizado no Parque da Independência a partir das 16h
O tenor italiano Andrea Bocelli fará uma apresentação gratuita em São Paulo neste feriado. O show será realizado no Parque da Independência a partir das 16h.
O show terá a participação da cantora Ivete Sangalo, que fará um dueto com o tenor. Também dividirão o palco com Bocelli a Orquestra Sinfônica do Paraná e o Coral Nova Philarmônica.
O repertório da apresentação será baseado no trabalho mais recente de Bocelli, o disco Incanto.
Guitarrista do Oasis espera que brincadeira não compremeta sua turnê
O guitarrista do Oasis, Noel Gallagher, e o apresentador de rádio Russell Brand aproveitaram a estreia de seu programa de esportes fazer um telefonema ao presidente norte-americano Barack Obama, no intuito de descobrir para qual time ele torce.
A transmissão do "TalkSport" marcou a volta de Brand ao rádio desde sua demissão da BBC Radio 2, ocorrida no ano passado. O radialista, que é torcedor do clube de futebol inglês West Ham United questionou o presidente sobre sua simpatia pelo time.
"Caro Barack Obama, nós estamos ligando para saber se de fato você é o mais famoso torcedor do West Ham", disse Brand na mensagem deixada ao político.
"Eu nunca vi você no Upton Park. Qual formação você acha que [o técnico] Gianfranco Zola deve usar?", completou.
Logo após o programa, Noel Gallagher admitiu uma certa preocupação na possibilidade da brincadeira comprometer a turnê do Oasis nos Estados Unidos.
"É melhor que esse recado não coloque em risco meu visto norte-americano", comentou o músico inglês.
O ex-beatle disse à BBC que a músida deve ser paga. "Se você entra num ônibus é preciso pagar pelo serviço. E eu acho justo que você pague a sua passagem", explicou.
McCartney também afirmou que esse tipo de website é prejudicial aos novos artistas.
"O problema é ver um monte de bandas novas surgindo e saber que muitas não vão durar para sempre. Se eles conseguirem emplacar um hit, poderão pagar a hipoteca de suas casas e alimentar seus filhos com esse dinheiro. Eu acho uma pena que essa grana não chegue até eles", lamentou.
Um dos fundadores do The Pirate Bay, Peter Sunde Kolmsioppi, disse que não vai pagar a multa de 3,5 milhões de dólares estabelecida pela justiça sueca.
20/04/2009 09:59 AM
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