O escritor britânico J.G. Ballard morreu na manhã deste domingo, aos 78 anos, após "ter passado muitos anos doente", segundo sua empresária, Margaret Hanbury.Filho de um executivo britânico, James Graham Ballard nasceu em Xangai, na China, e cresceu na comunidade de expatriados da cidade.
Durante a Segunda Guerra Mundial, quando era adolescente, ele passou três anos em um acampamento administrado pelo Exército japonês.
A experiência foi relatada no livro semi-autobiográfico O Império do Sol, transformado em um filme dirigido por Steven Spielberg, e que tornou Ballard conhecido mundialmente.
Entre seus 15 romances e dezenas de contos, está o polêmico Crash: Estranhos Prazeres, que conta a história de um grupo de pessoas com fascinação sexual por acidentes de carro, e que foi levado às telas pelo também controverso diretor David Cronenberg em 1996.
Seu último romance foi O Reino do Amanhã, de 2006.
Os 34 chefes de Estado presentes na Cúpula das Américas, em Port of Spain, em Trinidad e Tobado falharam em chegar a um consenso sobre o texto da declaração final no encerramento do evento, neste domingo. Países como Venezuela, Bolívia e até mesmo o Brasil fizeram "ressalvas" ao documento, que acabou sendo assinado simbolicamente apenas pelo primeiro-ministro de Trinidad e Tobago, Patrick Manning.
O governo brasileiro, por exemplo, discordou da sugestão contida no documento de que os países voltassem a se reunir em 2010 para discutir a atual crise econômica mundial - o que seria tarde demais, segundo ele.
Já a Venezuela se negou a aprovar o documento por não mencionar a ausência de Cuba da Organização dos Estados Americanos (OEA).
Reuters
Obama despede-se de outros líderes no fim da Cúpula das Américas
O documento acabou perdendo relevância nesta edição da Cúpula, marcada pela primeira visita do presidente americano, Barack Obama, à região, e pela possibilidade de um "novo diálogo" com a América Latina.
Surpresa O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, ao final do evento, que a Cúpula teve "resultados surpreendentes" e que sai de Trinidad e Tobago "realizado".
"Vamos ser francos: todos esperavam que Chávez e Obama fossem se atacar", disse o presidente. "E tivemos o Chávez dizendo que quer ser amigo dos Estados Unidos".
"Tivemos divergências, mas o dado concreto é que a guerra não aconteceu", acrescentou.
Na avaliação do presidente, "o que poderia acontecer de melhor foi o clima político dessa reunião".
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse que essa "nova fase" só está sendo possível porque a América Latina "também mudou".
"Não é só por causa do Obama. É por causa das mudanças na América Latina também. A criação da Unasul (União das Nações Sul-Americanas)é um exemplo de fortalecimento", disse o chanceler.
Elogios Durante os três dias de Cúpula, os chefes de Estado apresentaram uma série de queixas sobre a administração americana para a América Latina, mas sempre tomando cuidado em não culpar o presidente Obama.
O resultado foram discursos de "morde e assopra": ao mesmo tempo em que os chefes de Estado criticavam a postura da diplomacia americana, logo depois tratavam de elogiar Obama.
A descrição mais ouvida durante a Cúpula foi a de que Obama "soube ouvir". O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse que o líder americano se mostrou "interessado" nas palavras dos outros chefes de Estado.
"Acho que o presidente Obama tomou um banho de América Latina nessa cúpula", disse Lula.
O presidente brasileiro minimizou as críticas que Venezuela e Bolívia fizeram ao G20, grupo de países ricos e emergentes que está liderando as discussões sobre a crise.
"Era mais difícil quando todos eram obrigados a dizer a mesma coisa. Era mais complicado quando você não tinha nem a possibilidade de se reunir e dizer o que pensa", disse o presidente brasileiro.
Lula repetiu ainda a avaliação do presidente Obama, feita na sexta-feira, de que é comum os países mais pobres culparem os mais ricos por seus problemas.
"Eu sei como muitos países da América Latina enxergam o Brasil. Sei como o (presidente do Paraguai Fernando)Lugo, o Evo (Morales, presidente da Bolívia)nos enxergam. O Brasil é grande, então as pessoas estão sempre achando que o Brasil é culpado por alguma coisa que acontece com eles", disse o presidente.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou neste domingo, ao final da Cúpula das Américas, que sentiu que muitos países da América Latina querem manter uma relação melhor e mais construtiva com os Estados Unidos, apesar de ter ouvido duras críticas por parte de alguns chefes de Estado durante os três dias do evento. Obama insistiu em dizer que o aperto de mão trocado com o presidente da Venezuela Hugo Chávez, que ganhou destaque no noticiário internacional, anunciou um novo começo nas relações dos Estados Unidos com a América Latina."Acredito que os sinais enviados até agora nos dão ao menos uma oportunidade para um diálogo franco sobre vários assuntos, inclusive as questões da democracia e dos direitos humanos em todo o hemisfério", afirmou.
Ainda neste domingo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a cúpula criou uma chance para que haja uma nova era nas relações entre os Estados Unidos e a América Latina.
Sem consenso Mas o encontro que reuniu 34 países em Port of Spain, em Trinidad e Tobago, se encerrou sem que os participantes conseguissem chegar a um consenso sobre sua declaração final.
Como forma de mostrar a desaprovação pelo fato de Cuba não ter sido convidada para a cúpula, os presidentes Hugo Chávez, da Venezuela, e Evo Morales, da Bolívia, se recusaram a assinar o documento, ao lado dos líderes de Honduras e Nicarágua.
Na semana passada, Obama havia o fim das restrições a viagens e remessas de dinheiro para Cuba de cidadãos cubanos-americanos. Mas, neste domingo, ele sugeriu que a ilha deveria "libertar seus prisioneiros políticos" e "reduzir os impostos cobrados sobre as remessas".
Vários chefes de Estado presentes na cúpula pediram o fim do embargo comercial a Cuba, imposto há 50 anos. Mas um representante do governo americano disse que isso "ainda está longe de ocorrer".
Seis pessoas que perderam suas casas na passagem do furacão Katrina por Nova Orleans, em 2005, vão entrar com uma ação judicial contra o governo americano nesta segunda-feira, em um caso histórico que pode abrir o precedente para que dezenas de milhares de pessoas processem o governo por danos. Os seis proprietários afirmam que quando engenheiros militares do Exército construíram um novo canal para a passagem de navios em Nova Orleans, eles destruíram os pântanos locais, que funcionavam como uma barreira de proteção para as casas.Os proprietários alegam que isso ampliou os efeitos do furacão, provocando danos muito maiores do que se as barreiras naturais ainda estivessem lá.
Esta é a primeira vez que um juiz nega imunidade e permite que as vítimas processem o governo americano por causa dos efeitos do furacão Katrina.
Os moradores pedem indenização do Exército pelas enchentes e destruição de suas casas.
A previsão, segundo o jornal Lousianna Weekly, é de que o julgamento dure três semanas.
A ação judicial será focada no papel do canal construído nos anos 60, que liga o Golfo do México ao porto de Nova Orleans, através do rio Mississipi.
Segundo os jornal, durante meio século, especialistas, ambientalistas, e autoridades federais, estaduais e locais advertiram o Exército de que o canal era, com efeito, uma "auto-estrada para furacões" que poderia causar enchentes catastróficas no coração da cidade.
O furacão Katrina foi um dos piores desastres naturais da história dos Estados Unidos, matando mais de 1,3 mil pessoas em cinco Estados em agosto de 2005.
A cidade de Nova Orleans ficou praticamente destruída e centenas de milhares de pessoas ficaram desabrigadas.
Na época, a resposta do governo do ex-presidente George W. Bush à tragédia foi extremamente criticada.
Uma moradora de Nova York venceu na Justiça a corrida contra o tempo para coletar o sêmen de seu noivo, que morreu repentinamente na quinta-feira, provavelmente de ataque cardíaco. Gisela Marrero disse ao tribunal do Bronx que ela e o companheiro haviam conversado sobre o desejo de ter outro filho na véspera de sua morte.Ela tinha apenas 36 horas para coletar o sêmen de Johny Quintana antes que ele se tornasse inutilizável.
Como os dois não eram casados, ela precisava de uma ordem judicial para a retirada, que foi obtida apenas quatro horas antes do fim do prazo.
Depois que a Corte Suprema do Bronx aprovou seu pedido, funcionários de um banco de esperma correram para o centro médico local, onde estava guardado o corpo do mecânico.
'Último desejo' Gisale Marrero, que já tem um filho de dois anos com Quintana, disse que "no dia antes de seu falecimento, falamos sobre planejar nosso futuro, comprar um apartamento e ter um outro filho", informou o jornal New York Daily News.
"Esse era o seu desejo. É a última coisa que posso fazer por ele." A decisão da Corte provocou comoção entre Gisela Marrero e a família de Quintana, presentes à sessão na sexta-feira à tarde.
No início deste mês, uma mãe no Texas obteve o direito legal de coletar o sêmen de seu filho depois de ele morrer em uma briga, em frente a um bar, para ter a opção de realizar o desejo dele de ter filhos.
O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad afirmou que a jornalista iraniana-americana Roxana Saberi, condenada a oito anos de prisão por espionagem no Irã, tem que ter o direito legal de se defender. Ahmadinejad afirmou que os direitos de Saberi e do blogueiro iraniano-canadense Hossein Derakhshan, detido em novembro passado, não podem ser violados de forma alguma.O pedido veio em uma carta enviada de seu gabinete à promotoria de Teerã, informou a mídia estatal, um dia depois de Saberi ter sido condenada.
O governo americano expressou preocupação pela sentença ditada à jornalista em um julgamento secreto, de apenas um dia, em Teerã.
A intervenção de Ahmadinejad é bastante incomum, de acordo com o correspondente da BBC em Teerã.
O advogado de Saberi já declarou que vai apelar da decisão. A jornalista, que foi presa em janeiro, nega as acusações e planeja iniciar uma greve de fome, segundo seu pai.
Pedido "Por favor, tomem as medidas necessárias para garantir que o processo de examinar as acusações contra os indivíduos acima citados (Saberi e Derakhshan) seja justo e cuidadoso, observando a justiça e as regulamentações", disse Ahmadinejad na carta.
"Por favor, observem pessoalmente o processo para garantir que os réus tenham acesso aos seus direitos legais e liberdade para se defenderem, e que seus direitos não sejam violados de forma alguma", teria dito o presidente, de acordo com a agência estatal de notícias iraniana Irna.
O presidente americano, Barack Obama, se disse "profundamente decepcionado" com a sentença imposta à jornalista, afirmou seu porta-voz no sábado.
O veredicto foi anunciado apesar dos pedidos do governo Obama pela libertação de Saberi e da abertura diplomática em relação ao Irã depois de três décadas de relações cortadas.
Controle linha dura? A sentença levanta suspeitas de que o caso tenha sido assumido por alguns políticos de linha-dura dentro do governo iraniano, dispostos a sabotar qualquer reconciliação, disse o correspondente da BBC em Teerã, Jon Leyne.
Segundo ele, não está claro se o presidente sugere que o processo legal não foi seguido, ou se ele está simplesmente enfatizando a importância da Justiça nesses casos mais sensíveis.
Os senadores do Estado de North Dakota, de Saberi, descreveram a sentença como um erro chocante da Justiça, que danificaria a credibilidade internacional do Irã.
Roxana Saberi trabalhou como repórter para uma série de empresas jornalísticas, entre elas a BBC, a NPR (rádio pública americana) e a Fox News.
Originalmente, a jornalista foi acusada de comprar álcool (crime considerado mais leve) e mais tarde de trabalhar como jornalista sem a credencial adequada.
Em menos de duas semanas, no entanto, surgiram as acusações de espionagem e ela foi julgada pela Corte Revolucionária e condenada a oito anos de prisão.
Com nacionalidade iraniana e americana, Saberi passou seis anos no Irã estudando e escrevendo um livro.
O ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela apareceu inesperadamente neste domingo no último comício do CNA (Congresso Nacional Africano, partido de Mandela) antes das eleições. Vestindo a camisa do partido, Mandela, de 90 anos, foi aplaudido pelos eleitores antes do discurso de Jacob Zuma, líder do CNA.A expectativa é de que Zuma seja eleito o novo presidente da África do Sul nas eleições da próxima quarta-feira, as mais concorridas desde o fim do Apartheid no país, em 1994.
O partido Cope (Congresso do Povo) - formado por uma dissidência do CNA há quatro meses - também realizou seu último comício antes das eleições, na província de Limpopo.
Segundo as últimas pesquisas de opinião, o partido pode conquistar 15% dos votos.
Dura disputa A rara aparição pública de Mandela - que entrou no estádio Ellis Park, em Joanesburgo, ao lado de Zuma em um carrinho de golfe - é vista como um claro endosso à candidatura do líder do CNA.
Mandela pediu ao CNA que se lembre que sua principal tarefa é erradicar a pobreza e construir uma sociedade unida e não racial.
"Enquanto lutamos para garantir uma vitória decisiva para nossa organização, temos que nos lembrar de nossa primeira tarefa. É erradicar a pobreza e garantir uma vida melhor para todos", disse Mandela em uma breve mensagem pré-gravada, tocada enquanto ele estava no palanque.
"O CNA tem a responsabilidade histórica de liderar nosso país e ajudar a construir uma sociedade unida e não racial", acrescentou ele.
O CNA espera repetir o resultado de cinco anos atrás, quando se elegeu com a maioria de dois terços do parlamento, mas desta vez a disputa deverá ser mais dura.
No sábado, milhares de pessoas compareceram a uma reunião do partido oficial da oposição - a Aliança Democrática - na Cidade do Cabo.
"Todo voto conta nesta eleição", disse a líder Helen Zille aos eleitores. "Cada voto, porque o seu voto pode ser aquele que vai manter o CNA abaixo da maioria de dois terços e o seu voto, o seu voto pode muito bem ser aquele que vence o Oeste da Cidade do Cabo para a AD." A Aliança Democrática teme que se o CNA obtiver a maioria de dois terços novamente, poderá usá-la para mudar a constituição e influenciar a independência do sistema judicial do país.
Zille também fez referências frequentes às acusações de corrupção e chantagem apresentadas contra Zuma - que ele nega e das quais foi inocentado no início do mês.
A Comissão Eleitoral Independente informou que mais de 23 milhões de pessoas, entre elas 16 mil sul-africanos vivendo fora do país, se registraram para votar nessas eleições, que estão sendo vistas como as mais importantes desde o fim do Apartheid.
Um homem descrito como o líder militar do grupo separatista basco ETA foi preso no sudoeste da França, informaram fontes do governo espanhol. Jurdan Martitegi foi detido junto a dois outros suspeitos de pertencer ao ETA perto de Perpingnan, em uma operação conjunta entre as forças de segurança da França e da Espanha. Outros seis suspeitos de pertencer ao grupo foram presos em Bilbao e outras cidades nos últimos dias.
Martitegi foi detido apenas uma semana depois da prisão, em Paris, de outro importante suspeito de pertencer ao ETA, Ekaitz Sirvent Auzmendi.
Martitegi é o terceiro suspeito de ser chefe militar do ETA a ser preso pelas forças de segurança francesas nos últimos cinco meses.
O grupo separatista é responsabilizado pela morte de mais de 820 pessoas durante os 40 anos de campanha pela independência da região basca.
Prisão depois de prisão Os três homens detidos no sábado estavam armados com três pistolas e tinham um carro com placa falsa, segundo informações da mídia espanhola.
A polícia francesa afirma que eles foram capturados em Montauriol, na região dos Pireneus, na fronteira com a Espanha.
Um dos outros detidos é Alexander Uriarte Cuadrado, segundo o Ministério do Interior Espanhol. O terceiro suspeito ainda não foi identificado.
Martitegi é suspeito de ter assumido o comando militar da organização em dezembro passado, depois da prisão de Aitzol Irionda, também no sudoeste da França.
Irionda, por sua vez, tinha acabado de assumir o comando militar depois da prisão de Mikel Garikoitz Aspiazu Rubina - também conhecido como Txeroki - na França, em outubro.
A França - que já foi vista como um refúgio para militantes bascos - começou a prender suspeitos de pertencer ao ETA depois que o grupo suspendeu um cessar-fogo de 15 meses, em junho de 2007.
Uma mulher suspeita de pertencer ao grupo, Itxaso Legorburu Madinabeitia, foi presa na cidade francesa de Mezieres-em-Brenne na quinta-feira.
Outro suspeito que estava com ela conseguiu escapar. As informações são de que os dois estavam em uma loja de armas quando levantaram suspeitas e a polícia foi chamada.
O clube de futebol alemão Energie Cottbus vai devolver o valor do ingresso de 600 fãs em um incomum pedido de desculpas pelo "desempenho patético" na partida que terminou em 4 a 0 para o Schalke. Os torcedores do Cottbus viajaram 610 quilômetros para Gelsenkirchen na sexta-feira, para assistir o time perder a sexta partida em sete jogos.
O clube se ofereceu para devolver o dinheiro em uma declaração publicada na internet, cujo título era "desculpem, torcedores do Energie!".
O time está em penúltimo lugar na tabela do Campeonato Alemão, e corre o risco de ser rebaixado ao final da temporada.
"Ao devolver o custo do ingresso aos seus torcedores, os vermelho e brancos gostariam de se desculpar pelo desempenho patético que eles apresentaram na Veltins Arena", afirma o comunicado.
"Perdemos para o Schalke, mas fomos muito tímidos em relação aos nossos oponentes", teria dito o diretor do clube, Steffen Heidrich, segundo o comunicado.
Com a vitória, o Schalke volta para a disputa por um lugar na Copa da Uefa.
O governo dos Estados Unidos confirmou neste sábado que vai boicotar uma conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre racismo, marcada para começar na próxima segunda-feira, em Genebra. O Departamento de Estado americano alegou que o texto proposto para ser o documento principal da conferência permanece "inaceitável", apesar de ter sido corrigido significativamente.Os Estados Unidos e Israel abandonaram um encontro semelhante em Durban, em 2001, quando o rascunho do documento fez uma correlação entre sionismo e racismo.
Diplomatas da União Europeia ainda estão discutindo sua presença na conferência, enquanto Canadá e Israel já declararam sua ausência.
O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que no passado despertou revolta ao repetir várias vezes que o Holocausto havia sido um "mito", é o único chefe de Estado proeminente a confirmar sua participação no evento.
'Incitamento' O Departamento de Estado americano disse que foi "com pesar" que o país decidiu boicotar a conferência..
"O texto ainda contém uma linguagem que reafirma in totoa Declaração e o Programa de Ação de Durban, de 2001, que os Estados Unidos há tempos diz não ter condições de apoiar", diz um comunicado divulgado à imprensa.
"Sua inclusão no documento revisado tem o mesmo efeito de inserir aquele texto no documento atual, e readotá-lo." "Aquela declaração destaca um conflito em particular pré-julga questões fundamentais que somente podem ser resolvidas em negociações entre israelenses e palestinos." "Os Estados Unidos têm sérias preocupações com as novas adições ao texto, no que diz respeito ao 'incitamento', o que vai contra o compromisso dos Estados Unidos com a liberdade de expressão", conclui o documento.
Grupos americanos de defesa dos direitos dos negros, no entanto, criticaram a decisão do governo.
18/04/2009 09:56 PM
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