Cantora deixa público subir no palco e dançar - para desespero da segurança
A cantora MIA transformou o segundo dia do Coachella Festival, evento de rock norte-americano que acontece na Califórnia, em uma verdadeira festa dance cheia de cores, convidando o público inclusive a subir no palco para dançar.
A artista, que recentemente teve seu primeiro filho, foi acompanhada por um time de dançarinos profissionais usando uniformes de neon e pelo rapper Rye Rye, que fez a segunda voz em diversas canções.
"Obrigada por me assistirem no palco principal", disse a cantora. "No ano passado eu só cantei seis músicas e nesse ano eu quero sete", falou MIA referindo-se a sua apresentação de 2008, quando a segurança encerrou o show após muitas pessoas tentarem invadir o palco.
Vestida com jeans, camiseta e óculos de neon, a cantora se misturou com a plateia e trouxe alguns fãs para dançar com ela. "Posso levar algumas pessoas para o palco?", disse ela, obrigando a segurança do evento a liberar alguns dos fãs que tentavam passar e eram prontamente impedidos.
A aparição especial do rapper Lil Wayne, que MIA teria dito que aconteceria via Twitter, não ocorreu. Mas o público, que se esbaldou dançando músicas como "Boyz", "Galang" e o hit "Paper Planes" pareceu não se importar.
Banda pegou os paulistanos felizes e relaxados e transformou sua apresentação em uma festa
Noite de sábado de um fim de semana prolongado. Não poderia haver momento melhor para a passagem por São Paulo de toda a alegria e despretensão do B-52s, que pegou os paulistanos felizes e relaxados e transformou sua apresentação em uma festa.
O clima de nostalgia era reinante e o público na faixa dos trinta anos não tinha motivos para negar. A banda que se tornou um dos principais símbolos da new wave e teve seu auge em meados dos anos 80 estava ali para lembrar os velhos tempos e, apesar de trazer um disco novo na manga (Funplex, o primeiro disco de inéditas em 16 anos), sabe que tem como maior trunfo os seus antigos sucessos.
O show, realizado no Credicard Hall, começou com quase uma hora de atraso, mas esquentou fácil. O trio de vocalistas Fred Schneider, Kate Pierson e Cindy Wilson subiu ao palco animado e abriu a noite com “Pump”, do disco mais recente, logo seguida por “Mesopotamia”. Mas foi na quarta música da noite, o hit “Private Idaho”, que o público literalmente levantou das cadeiras para dançar e cantar junto.
O guitarrista também da formação original Keith Strickland era acompanhado de uma banda competente e bastante obediente aos arranjos originais das músicas. Schneider com seu vocal quase falado tem a voz exatamente igual à que está registrada na memória afetiva do público enquanto Pierson e Wilson, muito mais cobradas no quesito afinação, provaram que ainda têm muita voz para dar conta dos hits – mesmo que Wilson fique devendo as notas mais altas de vez em quando.
Sem muitas estripulias no palco, a banda falou pouco, mas se mostrou simpática durante toda a noite. Com os longos cabelos loiros soltos, Cindy é só sorrisos; já a ruiva Kate, que arriscou uma armação nos cabelos, abusava de sua roupa vermelha de mangas enormes para caprichar nas dancinhas com os braços.
O repertório alternou músicas novas e antigos sucessos de forma balanceada e suficiente para manter a plateia atenta e animada. Entraram no set list as antigas “Roam”, “Give Me Back My Man”, “Strobe Light” e a nova “Juliet of the Spirits”, cantada pelas duas vocalistas, foi um dos pontos altos da apresentação. “Love Shack” fechou a primeira parte do show em altíssimo astral e “Rock Lobster”, uma das mais pedidas pelo público, veio no bis.
O B-52s se apresenta nesta segunda-feira em Porto Alegre.
Montaria teria sido assustada pelo aparecimento de um paparazzi
A pop star Madonna sofreu ferimentos leves após cair de seu cavalo neste sábado (18.04).
A cantora sofreu algumas contusões após seu cavalo ser assustado por um paparazzi que teria pulado de trás de um arbusto, afirmou sua assessoria.
Essa não é a primeira vez que Madonna se machuca ao cair de um cavalo. Em 2005 ela quebrou a mão, a clavícula e ainda fraturou três costelas num acidente.
A artista de 50 anos foi liberada do hospital no mesmo dia, mas terá de voltar para fazer uma nova avaliação.
Evento marca primeira reunião em 40 anos de Nugent com os Amboy Dukes
Kid Rock, Ted Nugent, George Clinton e o grupo de rock Raconteurs foram os grandes vencedores do 18º Detroit Music Awards.
Rock levou o prêmio de single nacional pelo hit "All Summer Long", enquanto o Raconteurs, banda liderada por Jack White, do The White Stripes, acabou com o prêmio de melhor álbum por Consolers of the Lonely.
O evento contou com a primeira reunião em 40 anos de Ted Nugent com os membros originais da banda Amboy Dukes, que além dos clássicos "Baby Please Don't Go" e "Journey to the Center of the Mind", tocaram uma cover da canção "Jenny Take a Ride!", do Mitch Ryder & the Detroit Wheels.
Lemmy Kilmister toca hits do mais puro rock n' roll em casa lotada
Apesar de ter sido fundado no mesmo período que bandas como o Iron Maiden e os Ramones, pode-se afirmar que o Motörhead na verdade nasceu no backstage dos shows do The Jimi Hendrix Experience.
Foi lá, como roadie do cultuado Jimi Hendrix, que o baixista e vocalista Lemmy Kilmister começou sua carreira no universo do rock, ainda na década de 1960. É difícil dizer, mas é improvável que o jovem Lemmy tivesse imaginado que, 40 anos mais tarde, estaria na ativa como líder de uma das bandas de rock mais queridas do mundo e tocando (novamente) na cidade de São Paulo.
Aos 63 anos de idade e com 19 álbuns nas costas, Lemmy segue com o mesmo estilo que o tornou cult: o pedestal com o microfone alto e apontado para baixo, a roupa preta com as botas extravagantes e a voz rouca que torna reconhecível qualquer música tocada pelo Motörhead.
Apesar da demora, o grupo levantou o público de roqueiros que lotou o Via Funchal nesta noite de sábado assim que entrou no palco. "Nós somos o Motörhead e nós tocamos rock n' roll", disse Lemmy antes de começar a tocar .
Logo no início do show uma pausa ocorreu para que os roadies pudessem colocar nos amplificadores uma faixa arremessada pela plateia com os dizeres "Motörhead is my fuel" (algo como "Motörhead é meu combustível").
Apesar da empolgação, o meio do show foi recebido de maneira mais morna pelo público, em partes por causa do setlist que, até o momento, priorizava músicas mais recentes da banda, como "The Thousand Names Of God" e "Rock Out", ambas do álbum Motorizer.
Não foi a toa que tanto o guitarrista Phil Campbell, quanto o baterista Mikkey Dee, pediram para que o público se animasse fazendo mais barulho. A apresentação começou a realmente pegar fogo quando Lemmy anunciou que tocaria uma música sobre "nós brasileiros".
A canção em questão era "Going To Brazil", música que narra um dos muitos voos que a banda pegou para tocar por essas bandas. Não é segredo que Lemmy nutre muito carinho pelo País, tendo inclusive brasileiros integrando sua equipe técnica.
Depois disso a banda embalou os hits "Killed by Death" e "Bomber", ambos recebidos com muitos gritos dos presentes.
Para o bis o Motörhead reservou três canções especiais: a primeira foi "Whorehouse Blues", tocada de maneira acústica com apenas dois com violões e acompanhada por uma gaita. Depois do breve descanso o grupo tratou de voltar aos instrumentos plugados para saciar os fãs com as clássicas "Ace Of Spades" e "Overkill".
Infelizmente Lemmy não tocou a cultuada "Orgasmatron", mas é improvável que o público tenha se importado. É mais do que certo que muito em breve o Motörhead vai voltar ao Brasil para mais uma série de shows do mais puro rock n' roll.
Ex-Beatle faz apresentação história 11 anos após a morte de sua esposa
A apresentação do músico Paul McCartney na primeira noite do Coachella Festival, que aconteceu ontem (17.04), nos Estados Unidos, foi sem sombra de dúvidas a mais emocionante.
O show, que durou mais de duas horas e foi assistido por 75 mil fãs, foi dedicado pelo ex-Beatle a sua mulher Linda, que morreu há exatos 11 anos em decorrência do câncer de mama.
"Logo de cara eu pensei que não poderia fazer um show nessa data. Mas depois eu refleti sobre o deserto, a música, o rock n' roll... estou fazendo isso por Linda nesta noite", explicou o artista.
"Foi Linda quem me apresentou ao deserto, pois ela viajava muito ao Arizona [estado dos EUA], então eu logo me apaixonei pelo lugar", completou.
A apresentação acabou com a canção "Hey Jude", cantada em coro por todo o público.
Além de McCartney, o Coachella Festival deste ano conta com uma série de artistas britânicos como Morrissey, Paul Weller, Franz Ferdinand, The Ting Tings e White Lies.
Bardo de Manchester se irrita com o cheiro de churrasco do festival
O cantor Morrissey deu início a sua aguardada apresentação no Coachella Festival, que ocorreu ontem (17.04), nos Estados Unidos, com a clássica "This Charming Man", do grupo The Smiths.
O palco do cantor era ilustrado por uma foto enorme em preto e branco de um marinheiro sem camisa e fumando cigarro, onde era possível ler a palavra "Refusal" em seu peito.
No meio do show o cantor disse "Eu posso sentir o cheiro de carne queimando e eu espero que seja humana", referindo-se ao aroma de churrasco que saía das barraquinhas de comida do evento.
Em outro momento Morrissey disse à plateia que o cheiro de animal sendo queimados o deixava enojado. Mesmo assim, o bardo de Manchester agradou o público mesclando canções de sua carreira solo com hits dos Smiths, como "Ask Me" e "How Soon Is Now".
Vídeo da canção "Sulfur" é lançado com esclusividade pela MTV
O grupo de nu metal Slipknot lança hoje o clipe da canção "Sulfur", terceira faixa de seu último álbum, All Hope Is Gone, lançado em 2008.
O vídeo, que foi dirigido pelo percussionista da banda, Shawn Crahan (vulgo "#6 - o palhaço"), com o diretor P.R. Brown, está sendo exibido com exclusividade pelo website da MTV britânica. Para assistí-lo clique aqui
18/04/2009 03:11 PM
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