A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) finalizou a semana em terreno negativo, com investidores optando por botar no bolso a alta recente dos preços das ações deste mês. As Bolsas americanas oscilaram bastante ao longo dia, mas encerraram a sexta-feira praticamente empatadas. O câmbio teve um repique mas emendou o sexto dia abaixo do nível de R$ 2,20.
O termômetro da Bolsa, o Ibovespa, cedeu 0,54% no fechamento e desceu para os 45.778 pontos. O giro financeiro foi de R$ 4,09 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York fechou em leve alta de 0,07%.
Profissionais de mercado lembraram que o próximo pregão tem vencimento de opções sobre ações, o que sempre provoca uma volatilidade atípica nos negócios.
Leia mais (17/04/2009 - 17h43)
As reduções de IPI (Imposto de Produtos Industrializados) para a linha branca --geladeiras, fogões, máquinas de lavar e tanquinhos-- e para mais seis materiais de construção anunciadas hoje implicam em renúncia fiscal de R$ 261 milhões pelo governo federal. Apesar disso, o ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou que desta vez não haverá aumento de outro tributo como forma de compensação.
"Não vai haver porque, ao reduzir o IPI, vamos vender mais e outros impostos farão a arrecadação aumentar", explicou. As reduções têm como objetivo estimular as vendas e dar suporte à cadeia produtiva.
Sebastião Moreira/Efe
Mantega informou que não haverá compensação da redução
As Bolsas americanas fecharam em alta nesta sexta-feira, pela sexta semana seguida, marcando a mais longa série de ganhos semanais desde 2007. A alta no índice de confiança do consumidor americano e o resultado positivo do Citigroup no trimestre passado animaram os investidores.
O Dow Jones Industrial Average --principal indicador da Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês)-- subiu 0,07%, aos 8.131,33 pontos, enquanto o ampliado S&P 500 avançou 0,50%, para 869,60 unidades. Na Bolsa tecnológica Nasdaq, o indicador Nasdaq Composite teve alta de 0,16%, para 1.673,07 pontos.
O Citibank informou que teve um lucro de US$ 1,59 bilhão, contra prejuízo de US$ 5,11 bilhões no mesmo trimestre do ano passado. As ações, no entanto, tinham queda de mais de 8%, já que os investidores aproveitaram o bom momento do mercado financeiro para vender seus papéis e embolsar os lucros.
Leia mais (17/04/2009 - 17h26)
O ministro Guido Mantega (Fazenda) garantiu novamente que os pequenos investidores da caderneta de poupança não sofrerão prejuízos com as mudanças nas regras do investimento. O governo planeja, ainda sem maneira definida, reduzir o ganho da aplicação.
"Mais de 90% das cadernetas tem menos de R$ 20 mil. Esses serão absolutamente resguardados e protegidos", disse Mantega durante a divulgação da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para fogões, geladeiras e máquinas de lavar roupa.
Leia a cobertura completa da crise nos EUA Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA Entenda como a crise financeira global afeta o BrasilLeia mais (17/04/2009 - 16h49)
Por um erro de digitação, a variação da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) foi erroneamente registrada na reportagem: Dólar fecha a R$ 2,19; Bovespa sofre perdas de 0,38% (Dinheiro - 17/04/2009 - 16h34). Em vez de 38%, a queda do índice Ibovespa foi de 0,38%. O texto já foi corrigido.
Leia mais (17/04/2009 - 16h44)
O preço do barril do petróleo subiu nesta sexta-feira, fechando a semana negociado a US$ 50,33, uma alta de 0,70% sobre o preço desta quinta-feira na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês). O motivo foi o aumento no índice de confiança do consumidor nos Estados Unidos, que chegou a seu maior patamar desde setembro.
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A confiança do consumidor registrou alta neste mês, chegando a 61,9 pontos, segundo pesquisa da Universidade de Michigan, divulgada nesta sexta-feira. Em março, o índice apurado pela universidade havia ficado em 57,3 pontos. Em setembro do ano passado o índice estava em 70,3 pontos.
Leia mais (17/04/2009 - 16h37)
O dólar comercial foi vendido por R$ 2,194 nos últimos negócios fechados nas corretoras de câmbio nesta sexta-feira. A moeda americana ficou 0,78% mais cara na jornada de hoje, mas desde o início do mês já perdeu 5,35% de seu valor frente ao real. Já nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi de R$ 2,300, em um declínio de 0,43%.
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) sofre retração de 0,38%, aos 45.850 pontos (pelo índice Ibovespa). O giro financeiro é de R$ 3,61 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York sobe 0,44%.
Diante do "virtual" feriado prolongado, já que segunda-feira tende a ser um "dia morno" para o mercado financeiro, os agentes financeiros optaram pela cautela, vendendo ações e se refugiando no dólar, que pelo sexto dia, encerrou o dia cotado abaixo do patamar de R$ 2,20.
Leia mais (17/04/2009 - 16h34)
As Bolsas americanas operam em alta nesta sexta-feira. A alta no índice de confiança do consumidor americano referente a este mês animou os investidores, que vêm nas últimas semanas recebendo com otimismo os indicadores econômicos do país. O resultado positivo do Citigroup no trimestre passado colaborou para o bom humor de hoje.
Às 16h05 (em Brasília), a Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês) estava em alta de 0,31%, indo para 8.150,44 pontos no índice DJIA (Dow Jones Industrial Average, principal referência da Nyse), enquanto o S&P 500 --visto como um indicador mais amplo da situação do mercado de ações-- subia 0,71%, indo para 871,41 pontos. A Bolsa Nasdaq operava em alta de 0,25%, indo para 1.674,55 pontos.
A Universidade de Michigan informou hoje que a confiança do consumidor americano registrou alta neste mês, chegando a 61,9 pontos, maior nível desde setembro. Em março, o índice apurado pela universidade havia ficado em 57,3 pontos. Em setembro do ano passado o índice estava em 70,3 pontos.
Leia mais (17/04/2009 - 16h07)
A empresa de alimentos General Mills, dona da marca Häagen Dasz, anunciou hoje a reestruturação dos seus negócios no Brasil e o encerramento das atividades voltadas ao segmento de massas e pães no país. Com isso, 500 funcionários serão demitidos.
A companhia encerrará a produção e a comercialização das marcas Forno de Minas e Frescarini (compradas em 2001) para concentrar-se aos seus outros negócios que apresentam crescimento mais rápido no Brasil, informou a empresa em comunicado.
Segundo apurado pela Folha Online, a mudança de estratégia não está ligada à crise e já estava prevista para ocorrer. Líderes em seus segmentos no Brasil, as marcas Forno de Minas e Frescarini podem ser vendidas.
Leia mais (17/04/2009 - 15h41)
17/04/2009 05:45 PM
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