O aquecimento global deve ampliar as distâncias percorridas pelas aves migratórias entre a África e o norte da Europa, com consequências devastadoras para estas espécies, adverte um estudo britânico publicado nesta quarta-feira.
A distância percorrida por alguns pássaros migratórios em direção ao norte, em busca de alimentos e condições climáticas favoráveis, pode aumentar em até 400 km, destaca o estudo dirigido por Stephen Willis, da Universidade de Durham. Ele cita como exemplo o papa-amoras-comum (Sylvia communis).
Reprodução
Papa-amoras-comum (Sylvia communis) é uma das espécies que tiveram aumento da distância de migração registrado no estudo
Uma coreografia genética é o que propõe a bailarina e coreógrafa mineira Adriana Banana no espetáculo "Kronosmaterial", com estreia hoje no Sesc Consolação. Dona de uma série de trabalhos reflexivos, Banana reafirma na nona peça de seu grupo, o Clube Ur=H0r, a proposta de pensar novas formas de criar movimentos.
"Não acredito que coreografar seja subjetivo ou necessite de inspiração, é pragmático. Pode parecer pretensioso, mas quero sistematizar um dos jeitos possíveis de elaborar movimentos. A coreografia genética, baseada na teoria da evolução de Darwin, nasce da repetição, da acumulação de erros e acertos, que fazem emergir um movimento mais complexo", diz.
Com música de Felipe Amorim, "Kronosmaterial" é interpretado pelas bailarinas Lívia Rangel e Karina Collaço.
Leia mais (15/04/2009 - 10h47)
Cientistas dos EUA afirmam que ouvir música pode ajudar no tratamento de pessoas que sofrem com estresse associado a uma doença coronária. "Ouvir música pode trazer benefícios a pacientes que sofrem de estresse e ansiedade associados a um tratamento para doenças coronárias", disse o estudo publicado no "Cochrane Systematic Reviews".
Segundo o relatório, a música tem o poder de diminuir a pressão arterial, o ritmo cardíaco e os níveis de ansiedade nestes pacientes.
"Estas doenças são altamente estressantes por fatores como a incerteza e ansiedade pelo diagnóstico. No entanto, escutar música pode ajudar a aliviar o estresse e, com isso, reduzir outros riscos destes doentes", afirma o estudo.
Leia mais (15/04/2009 - 10h17)
Um estudo brasileiro inédito revela que o pâncreas de diabéticos tipo 1 está voltando a funcionar após o transplante de células-tronco do próprio paciente, livrando-o da necessidade de insulina.
Os resultados da pesquisa, que acompanha 23 voluntários há mais de quatro anos, estão publicados na edição de hoje do Jama (jornal da Associação Médica Americana).
Os autores constataram, pela primeira vez no mundo, que os níveis do peptídeo-C, uma espécie de marcador do funcionamento das células produtoras de insulina, aumentaram nos pacientes submetidos à terapia.
Leia mais (15/04/2009 - 09h37)
O livro "Rim por Rim - Uma Reportagem Sobre o Tráfico de Órgãos" (Record) desnuda uma macabra rede de comércio ilegal de rins no Brasil. A operação começa em Recife, passa por Durban (África do Sul) e termina em Israel. Pernambucanos vendem o órgão por US$ 15 mil. Os compradores, em geral, são doentes renais israelenses (em Israel, esse tipo de comércio é tolerado) que pagam até US$ 150 mil aos traficantes por um rim. Leia abaixo trecho do livro "Rim por Rim".
Médicos dos EUA anunciaram nesta terça-feira (14) o nascimento de uma menina concebida por meio de sêmen congelado havia 22 anos. O pai do bebê, Chris Biblis, 39, teve leucemia na adolescência e, antes de iniciar o tratamento de radioterapia que o tornaria infértil, a família decidiu congelar seu esperma.
Stella Biblis nasceu no dia 4 de março por meio de uma técnica de fertilização in vitro chamada ICSI (injeção intracitoplasmática de espermatozoide). Os especialistas selecionaram um espermatozoide saudável, que havia sido descongelado, e o injetaram no óvulo de Melodie, mulher de Biblis. Depois, o embrião foi transferido para o seu útero.
Os especialistas responsáveis pelo tratamento, feito em uma clínica em Charlotte, na Carolina do Norte, em junho de 2008, afirmam que o intervalo de 22 anos entre o congelamento do sêmen, em 1986, e a concepção seja o mais longo já registrado.
Leia mais (15/04/2009 - 08h01)
A China lançou hoje da base espacial de Xichang, no sudoeste do país, o segundo satélite para o desenvolvimento de seu sistema de posicionamento global Compass, uma alternativa ao GPS do Exército americano, informou a agência estatal de notícias Xinhua.
Um foguete propulsor pôs em órbita o satélite, após um lançamento que aconteceu à 0h16 de hoje (13h16 de terça em Brasília).
O sistema Compass é desenvolvido pela China para facilitar serviços de transporte, meteorologia, prospecções petrolíferas, controle de incêndios, prevenção de desastres, telecomunicações e segurança pública, como contaram seus responsáveis.
Leia mais (15/04/2009 - 03h39)
A circuncisão reduz o risco de contrair o vírus da imunodeficiência humana (HIV) em heterossexuais, reafirmam novos estudos realizados na África.
A revista "Cochrane", que toma como base três novos estudos, decidiu alterar a conclusão anterior na qual achava "insuficientes" as evidências para recomendar a circuncisão como forma de prevenção.
"A pesquisa sobre a eficácia da circuncisão masculina na prevenção do HIV em homens heterossexuais é conclusiva", e não são necessários novos estudos para estabelecer que as taxas de infecção "caem nos homens heterossexuais, ao menos durante os dois primeiros anos depois da circuncisão".
Leia mais (15/04/2009 - 02h37)
Diferentemente do que foi publicado na reportagem "Pessoas que não sentem dor têm dificuldade para detectar doenças" (Ciência - 23/03/2009 - 11h06), a insensibilidade congênita à dor caracteriza-se por ser uma doença genética e sem tratamento. Ela prejudica a sensibilidade dos nervos periféricos, responsáveis por transmitir as sensações de dor para a medula espinhal (e não óssea) e para o encéfalo. O texto já foi corrigido. A correção na versão eletrônica da Folha de S.Paulo, disponível para assinantes do UOL e do jornal, pode ser verificada aqui.
Leia mais (14/04/2009 - 10h22)
A dona de casa Elisandra Bonfim, 28, fez terapia durante 12 anos. Teve duas psicólogas, chegou a ter sessões todos os dias da semana e gostava do processo. Mas diz que, com a última delas, que a atendeu por cinco anos, nunca teve coragem de ir para o divã.
Tinha medo de que a terapeuta dormisse, pois ela bocejava com frequência. "Acho que ela estava cansada naquela época, mas eu ficava muito incomodada com isso, pois acontecia em quase toda sessão. Cheguei a falar com ela, mas nada mudou", conta.
Outro problema era o fato de a profissional olhar demais para o relógio. "Sei que não pode passar da hora, mas eu ficava irritada com isso. Às vezes eu estava contando alguma coisa, tinha vários sentimentos envolvidos ali", lembra.
Leia mais (14/04/2009 - 10h09)
15/04/2009 01:27 PM
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