Um homem no Quênia mordeu o rabo de uma píton que havia se enrolado nele e o levado para o alto de uma árvore, em uma batalha que durou três horas, no último sábado, segundo informações da polícia local dadas nesta quarta-feira à BBC.
O fazendeiro Ben Nyaumbe conseguiu ser resgatado por policiais do vilarejo de Sabaki, na costa queniana, mas a serpente de quatro metros fugiu depois de ter sido levada a um parque na cidade vizinha de Malindi.
Nyaumbe disse à polícia que alcançou seu celular em seu bolso quando a cobra momentaneamente afrouxou o "abraço", e conseguiu pedir ajuda a um empregado.
Ele contou ter usado sua camisa para encobrir a cabeça da píton e tentar evitar ser engolido.
'Refeição de Páscoa'
O empregado chegou com policiais e outros homens do vilarejo, que conseguiram amarrar a cobra com uma corda e puxá-la da árvore com uma pancada.
"Os policiais viram que a serpente estava enrolada em volta das mãos do homem e tentava abocanhá-lo, mas ele lutou muito", disse à BBC Peter Katam, superintendente da polícia no distrito de Malindi. "Se não fosse pela ajuda que recebeu, este homem teria sido devorado durante todo o domingo de Páscoa."
Segundo ele, os policiais queriam atirar na cobra, mas temiam atingir Nyaumbe. Katam afirmou ainda ser "muito misterioso" o fato de o animal ter levado sua vítima para o topo de uma árvore. "Nunca tinha ouvido falar nisso antes."
Segundo a polícia, a píton fugiu do parque durante a noite de sábado, provavelmente pelo vão da porta da sala onde estava sendo mantida."Ainda estamos procurando por ela", afirmou Katam. "Queremos prender a cobra porque qualquer um de nós pode ser sua próxima vítima."
As pítons são serpentes não-venenosas capazes de engolir grandes animais.
A Scotland Yard (a Polícia Metropolitana de Londres) suspendeu um sargento da polícia que foi visto em um vídeo atingindo uma mulher em protestos durante a reunião de cúpula do G20, realizada no início do mês na capital britânica. O sargento é mostrado no vídeo atingindo a mulher no rosto com a mão e na perna com um bastão, depois de, supostamente, ser ofendido por ela.A Comissão Independente de Queixas contra a Polícia (IPCC, na sigla em inglês) - que já está investigando a morte de outra pessoa, Ian Tomlinson, nos protestos do dia 1 de abril - está examinando este novo caso.
Um porta-voz da Scotland Yard afirmou que as imagens do vídeo já foram entregues ao IPCC.
"O policial foi identificado e suspenso até que sejam realizadas mais investigações. O policial trabalha como um sargento no grupo de apoio territorial", afirmou o porta-voz.
Integrantes da oposição da Assembleia de Londres afirmam que este último incidente prova que o ataque que levou à morte de Ian Tomlinson não foi um fato isolado.
'Preocupação' A polícia de Londres afirmou que as ações do policial mostradas no vídeo são motivo de "preocupação".
"Cada policial pode ser responsabilizado de acordo com a lei e sabe que suas ações poderão ser investigadas. A decisão de usar força é tomada pelo policial individualmente, eles devem se responsabilizar por isto", afirmou a polícia em uma declaração.
O IPCC - órgão responsável por analisar denúncias sobre a conduta policial na Inglaterra e no País de Gales - foi alertado pela polícia de Londres a respeito das últimas imagens do protesto e agora vai analisar "a melhor forma de avançar com uma investigação das ações do policial envolvido".
Jenny Jones, porta-voz do Partido Verde na Assembleia de Londres, afirmou temer que policiais tenham ocultado seus números em fardas, para dificultar sua identificação.
"O fato deste vídeo mostrar outro exemplo de um policial com o número(de identificação) escondido atacando um membro do público indica queexiste um problema sistemático aqui, não apenas uma série de atosindividuais", disse.
"Estas novas imagens em vídeo confirmam o que muitos já sabiam, que o ataque contra Ian Tomlinson não foi um incidente isolado durante os protestos no G20", disse.
David Howarth, porta-voz do Partido Liberal Democrata, pediu um "inquérito completo".
Ataque cardíaco O caso da manifestante atingida por um policial emergiu enquanto o IPCC já investigava a morte de Ian Tomlinson, que foi empurrado por policiais ao passar em frente ao Banco da Inglaterra, no centro de Londres, quando voltava para casa do trabalho no dia dos protestos.
Aparentemente, Tomlinson não participava das manifestações.
Depois de cair no chão e ser socorrido por alguns manifestantes, Tomlinson andou alguns metros e caiu novamente. Ele ainda foi atendido por policiais, mas acabou morrendo.
Tomlinson, um jornaleiro de 47 anos, sofreu um ataque cardíaco fatal. O incidente também foi registrado em um vídeo, obtido pelo jornal britânico The Guardian, gravado pelo gerente de um fundo de investimentos de Nova York que estava em Londres a negócios.
O ministro da Justiça da Arábia Saudita disse nesta quarta-feira que o governo do país pretende criar leis para regular o casamento de garotas, após uma polêmica união entre um homem de 60 anos e uma menina de oito anos. A Arábia Saudita adota uma forma rígida do islamismo sunita que proíbe a livre associação entre pessoas e dá aos pais o direito de decidir com quem seus filhos se casarão.O ministro, Muhammad Issa, disse que o governo quer pôr fim à forma "arbitrária" na qual os pais arranjam os casamentos de seus filhos. Mas ele não sugere que este tipo de casamento seja abolido.
O anúncio do ministro foi feito após a polêmica provocada pelo casamento da menina de oito anos na cidade de Unaiza. A mãe da menina levou o caso à Justiça, pedindo que a união - definida pelo pai da jovem - fosse invalidada.
O juiz tentou convencer o marido a aceitar um divórcio, mas ele se recusou. O tribunal decidiu validar o casamento, com a condição de que o noivo não faça sexo com a menina até que ela chegue à puberdade.
A menina ainda está morando com a sua família e não está claro quando ela vai se mudar para morar com o marido. O juiz determinou que ela poderá pedir divórcio quando atingir a puberdade.
Na Arábia Saudita, os jornais locais destacaram que o caso seria um exemplo de como famílias vendem suas filhas. O pai da menina de Unaiza teria usado o dote do casamento para pagar dívidas.
A imprensa também destacou que o caso aconteceu na província central de Qaseem, um dos lugares mais conservadores do país.
Este ano, a maior autoridade religiosa da Arábia Saudita, Mufti Sheikh Abdul Aziz al-Shaikh, disse que a lei islâmica permite que os pais casem suas filhas com menos de 15 anos.
Ele primeiro dá um tapa na manifestante, e, quando ela continua a argumentar, ele pega seu cassetete e bate em suas pernas, derrubando a mulher.
Policial que agrediu manifestante foi afastado / AP
O sargento foi suspenso, mas grupos de defesa dos direitos humanos dizem que o incidente é preocupante.
O incidente foi encaminhado para a Comissão Independente de Queixas contra a Polícia, que já está investigando a morte de Ian Tomlinson, que sofreu um infarto pouco depois de ser agredido por um policial, que também foi suspenso.
Câmeras não faltaram para dar as boas-vindas ao novo morador da Casa Branca. O novo cachorro de estimação da família Obama, que se chama Bo, fez ontem sua primeira aparição para as câmeras de televisão.
Uma denúncia de agressão a duas crianças brasileiras em uma escola de Madri reacendeu na Espanha a polêmica sobre xenofobia nas instituições de ensino do país.
A empresária paulista Mônica Patusca afirmou que seus filhos, Carlos Henrique, de 12 anos, e Ana Karina, de 9, foram alvo de agressões físicas e xingamentos racistas por parte de outros alunos do colégio pelo fato de serem estrangeiros.
O caso ganhou destaque na imprensa espanhola e levou o governo da Espanha a reconhecer que estudantes imigrantes são alvo de xenofobia nas escolas do país.
Mônica, que mora com os filhos na Espanha há quatro meses, disse à BBC Brasil que Carlos Henrique "chegou em casa com as pernas roxas várias vezes", afirmando ter sido agredido por um grupo de garotos da própria turma, da 7 série do colégio Enrique Tierno Galván, em Madri.
Segundo ela, o filho está fazendo tratamento psicológico para suportar "uma perseguição xenófoba que acontece desde o primeiro dia de aula, com xingamentos e violência física".
Mônica contou ainda que chegou a prestar queixa na polícia com um boletim médico, mostrando que a filha sofreu agressão física durante o recreio. Ela também pediu ajuda ao consulado brasileiro em Madri, que mandou uma carta à escola relatando a reclamação da mãe dos alunos.
Segundo a empresária, que mora em Madri com os filhos desde dezembro de 2008, o colégio não tomou providências. Procurada pela BBC Brasil, a escola Enrique Tierno Galván não respondeu às acusações. A diretora Elena Maria Perex disse que a instituição "não faz declarações à imprensa".
Pesquisa
A denúncia de Mônica trouxe de volta ao país a preocupação com casos de xenofobia nas escolas espanholas. Um relatório de especialistas em educação e sociologia confirmou recentemente a situação vulnerável dos estudantes imigrantes.
Segundo o informe do Observatório Estatal de Convivência Escolar - feito pelo Ministério de Educação no segundo semestre de 2008 - há grandes índices de rejeição dos estudantes espanhóis em relação a alunos estrangeiros.
Baseado numa pesquisa feita com 23.100 estudantes e seis mil professores do Ensino Fundamental de 300 colégios, a conclusão é de que os alunos espanhóis são pouco tolerantes para com os imigrantes. Quase a metade dos consultados, 46%, diz que prefere não fazer trabalhos escolares com companheiros latino-americanos.
Dois terços dos alunos afirmaram ainda que optariam por não estudar ao lado de ciganos, judeus ou marroquinos. Dos coletivos de imigrantes, os únicos bem-vistos são americanos e europeus ocidentais.
Segundo o ministério, o estudo tem como objetivo revelar as barreiras existentes a um convívio pacífico entre estudantes imigrantes e espanhóis, e criar "novas bases para resolver o problema".
Mas os autores do relatório admitem que a política de integração está falhando.
"Os coletivos imigrantes estão sob um grande risco de sofrer intolerância em seus âmbitos de atuação e, o que é mais grave, não houve melhora alguma dos últimos anos para cá em nenhum dos métodos de integração e informação", disse à BBC Brasil a diretora do informe, Maria Diaz-Aguado, catedrática de Psicologia da Educação da Universidade Complutense de Madri.
Falhas
A pesquisa revelou ainda que professores e alunos não estão de acordo com a orientação dada nas escolas sobre racismo e xenofobia. Apesar de 90% dos docentes terem respondido que seus colégios estão trabalhando para dar uma boa acolhida aos estudantes estrangeiros, 64% dos alunos acham que isso não é o que acontece. Sete entre dez alunos disseram que não têm boa formação ou informação sobre racismo e xenofobia, nem sabem o bastante sobre tolerância e respeito a outras culturas.
O informe também abordou a violência nas escolas, indicando que 80% dos estudantes são contra agressões racistas e xenófobas e 8% são favoráveis. Uma pequena parte dos alunos inclusive admitiu a participação em atos de violência dentro dos colégios; 3.4% disseram ter sofrido agressões físicas ou verbais e 2.4% disseram já ter agredido alguém.
Entre os agressores, 18% afirmaram que a cor da pele é um fator relevante para cometer um gesto violento e que ciganos e imigrantes são "alvos mais fáceis", principalmente os menores porque "circulam sozinhos e não se defendem".
"A escola é um microcosmos que responde à sociedade ao redor. Que haja casos de agressões físicas e verbais é gravíssimo", disse à BBC Brasil, Mariano Fernandez Enguita, catedrático em Sociologia pela Universidade de Salamanca e co-autor do informe.
Ele afirmou ainda que a Espanha "passa por um momento de ressaca da imigração alentado pelo debate político e a crise econômica" e que a solução está em criar políticas educativas que promovam a convivência.
O UBS, maior banco da Suíça, anunciou nesta quarta-feira que vai cortar 8,7 mil vagas até o ano que vem, como medida para tentar reduzir despesas. "O UBS quer cortar substancialmente os custos em todos os seus departamentos.Um grande corte de vagas é inevitável, infelizmente. O UBS espera reduzir seu quadro de funcionários para cerca de 67,5 mil em 2010", disse o banco em um comunicado. No final de março, a empresa contava com 76,2 mil funcionários.
Segundo o banco, 2,5 mil das vagas serão extintas na Suíça e as demais nos Estados Unidos e em outros países.
Ainda nesta quarta-feira, o UBS anunciou ter tido um prejuízo de cerca de 2 bilhões de francos suíços (o equivalente a US$ 1,75 bilhão) nos primeiros três meses de 2009.
Investigação As notícias vêm à tona antes de os milhares de acionistas do UBS se encontrarem para sua reunião anual, em Zurique.
O UBS foi um dos grandes bancos atingidos pela crise do crédito iniciada nos Estados Unidos e que gerou a atual turbulência financeira mundial. Desde meados de 2007, o banco foi obrigado a cortar 11 mil funcionários.
A empresa também está sendo investigada por autoridades americanas sob alegações de fraude e evasão de impostos envolvendo cidadãos dos Estados Unidos.
Em fevereiro, o banco concordou em pagar US$ 780 milhões ao governo dos Estados Unidos como parte de um acordo para tentar resolver o problema dos impostos.
Diante de tudo isso, segundo a correspondente da BBC em Zurique, Imogen Foulkes, os clientes do UBS estão cada vez menos confiantes no banco, retirando de suas contas um total de cerca de US$ 20 bilhões no primeiro trimestre deste ano.
Uma pesquisa feita por uma empresa de softwares afirma que a circulação dos e-mails indesejados (ou spams) consome cerca de 33 bilhões de kilowatts hora por ano, o que seriasuficiente para suprir 2,4 milhões de casas com energia elétrica no mesmo período.
Nos cálculos da empresa McAfee, a produção dessa energia causa emissões de gases do efeito estufa equivalentes às de 3,1 milhões de carros por ano.
A empresa estima que 62 trilhões de e-mails spam foram enviados em 2008.
Segundo o estudo, mais da metade da energia consumida por spams é provocada por usuários perdendo tempo em frente ao computador selecionando e apagando e-mails e procurando as mensagens que são realmente relevantes.
O estudo da McAfee, empresa que oferece serviços antispam, afirma que sistemas de filtragem de e-mails indesejados economizam 135 bilhões de kilowatts-hora por ano - o que teria o mesmo impacto ambiental de se retirar 13 milhões de carros das ruas por ano.
Uma dona-de-casa da Austrália flagrou o momento raro em que um sapo devora outro vivo. Kerry Roberts disse à BBC Brasil que acordou nesta quarta-feira com um barulho de grunhidos e se surpreendeu ao ver a cena na piscina de sua casa, em Queensland.
Uma dona-de-casa da Austrália flagrou o momento raro em que um sapo devora outro vivo. Kerry Roberts disse à BBC Brasil que acordou nesta quarta-feira com um barulho de grunhidos e se surpreendeu ao ver a cena na piscina de sua casa, em Queensland.
"O sapo engolido tinha praticamente o mesmo tamanho do canibal. Não sei como foi possível", contou.
Australiana flagrou momento de canibalismo entre sapos
Mas, segundo o biólogo australiano especialista em sapos David Newell, da Universidade Southern Cross, o canibalismo entre estes animais é bem comum.
"As espécies de sapos canibais podem comer até mesmo seus próprios irmãos. Quando eles precisam de comida, pegam o que veem pela frente em movimento, desde que caiba na boca", disse Newell à BBC Brasil.
Excesso Roberts disse que sapos são comuns na região de Queensland. Mas, segundo ela, neste ano há um número excessivo desses animais.
"Nunca vi tantos no meu jardim. Meu neto chega a ir para a piscina só para contar quantos vê", afirmou.
Ela explicou que sapos de várias espécies invadem as casas em Queensland e se instalam principalmente nas áreas mais úmidas, como o banheiro e a área de serviço.
A Austrália recentemente iniciou um programa para eliminar sapos gigantes - também canibais - que foram introduzidos no país e acabaram virando praga.
Pesquisadores descobriram uma espécie de formiga na Amazônia totalmente formada por fêmeas e que se reproduz sem sexo. A Mycocepurus smithiié a primeira espécie descoberta por cientistas totalmente formada por fêmeas que se reproduzem assexuadamente.A descoberta foi publicada na revista científica Proceedings of the Royal Society B.
A bióloga Anna Himler, da Universidade de Arizona, disse à BBC que a equipe de cientistas liderados por ela fez uma série de testes com as formigas.
Ao estudar o DNA das espécies, os cientistas descobriram que todas as formigas eram clones da rainha da colônia.
Ao dissecar as fêmeas, eles descobriram que as formigas não têm capacidade de fazer sexo, já que os órgãos essenciais para a tarefa não funcionam.
A reprodução assexuada de machos a partir de ovos não fertilizados é comum no mundo dos insetos, mas a reprodução assexuada de fêmeas é "extremamente rara entre formigas", afirmam os pesquisadores.
"Em insetos, há diferentes tipos de reprodução, mas esta espécie evolui de uma maneira própria incomum", afirma Himler.
Ela e seus colegas não sabem dizer exatamente porque este tipo de espécie se tornou totalmente assexuada e há quanto tempo isso acontece.
Eles estão fazendo mais experiências genéticas para tentar descobrir em que época esta evolução aconteceu.
Vantagens das assexuadas Himler afirma que a vida sem sexo traz algumas vantagens para as formigas.
"Ela evita o custo energético de se produzir machos e duplica o número de fêmeas reprodutivas produzidas a cada geração de 50% para 100%." No entanto, há prejuízos também para as formigas fêmeas assexuadas, já que a reprodução sexual traz mais diversidade genética.
"Se temos mais diversidade, isso significa que somos mais resistentes a parasitas e a doenças", diz o especialista em insetos Laurent Keller, da Universidade de Lausanne, na Suíça.
"Em uma colônia de clones, se uma formiga é suscetível a um parasita, todas se tornarão suscetíveis. Então se ela é assexuada, ela tende a durar menos." Himler começou a estudar as formigas não devido às suas características sexuais atípicas, mas sim por causa da habilidade delas de cultivar a terra.
"As formigas descobriram a agricultura muito antes de nós (humanos) - elas cultivam colônias de fungos há cerca de 80 milhões de anos", diz a bióloga.
"Elas colecionam materiais de planta, fezes de insetos e até insetos mortos do solo da floresta e alimentam suas colônias com isso." Muitas espécies diferentes de formigas cultivam colônias de fungos para se alimentar, mas as formigas Mycocepurus smithiidesenvolvem uma variedade maior de fungos.
"Quando começamos a estudar as espécies com mais atenção, nós não estávamos achando machos. Foi quando começamos a perceber que havia algo diferente."
15/04/2009 05:27 AM
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