O uso de enxaguatórios bucais no Brasil cresceu 2.277% de 1992 a 2007, mostra um levantamento realizado pelo cirurgião-dentista Marco Antônio Manfredini, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo), baseado em informações da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. De 2002 a 2007, o aumento foi de 190%.
Para Manfredini, o incentivo ao consumo indiscriminado de enxaguatórios deve ser criticado. "Observamos um grande investimento na indução ao uso do produto. E é importante dizer que, ao contrário da pasta, da escova e do fio dental, o colutório não tem indicação universal. É preciso concentrar a utilização para casos específicos."
Além de não ser essencial à saúde oral, o uso frequente de enxaguatórios bucais com álcool aumenta os riscos de câncer de boca e da faringe.
Leia mais (13/04/2009 - 12h10)
Uma história ainda pouco conhecida sobre a Lassance antiga é o nascimento de Maria dos Impossíveis Franco, farmacêutica cuja paternidade é atribuída a Carlos Chagas.
Um historiador da região, Moisés Vieira Neto, resgatou sua biografia com relatos de pessoas que conviviam com ela. No livro "Lassance, o berço histórico de Dr. Carlos Chagas", ele conta que o médico reconheceu a filha, mas não publicamente.
A mãe da menina era Tercília Ribeiro, funcionária do médico quando ele viveu em Lassance. Descendente de escravos, a mulher "morreu no parto", contou Letícia Prado Ferreira, 84 anos, à Folha. Moradora de Lassance, dona Letícia, que foi professora autodidata, lembra bem de Maria dos Impossíveis.
Leia mais (13/04/2009 - 10h54)
A primeira paciente da história diagnosticada com mal de Chagas, examinada e tratada pelo próprio descobridor da doença, não morreu por causa dessa enfermidade tropical, mas em razão de uma isquemia cerebral, 72 anos depois.
Berenice Soares de Moura entrou para a história da medicina e do Brasil no dia 14 de abril de 1909, aos dois anos de idade. Naquela data, o médico Carlos Chagas concluiu um trabalho feito a partir de exames com o sangue da menina, em Lassance, no sertão mineiro. No dia seguinte, o cientista já escrevera anotações descrevendo todo o ciclo da doença causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi.
Lalo de Almeida/Folha Imagem
Jacira Costa diz que a avó, primeira paciente diagnosticada por Chagas, viveu a vida toda com a doença, sem consequência grave
Foi descoberta na Indonésia uma grande colônia de orangotangos, um dos primatas mais ameaçados de extinção do mundo.
Cientistas dizem que o grupo de símios descoberto em uma parte remota da ilha de Bornéo tem entre mil e dois mil indivíduos.
A existência da colônia foi comunicada aos cientistas por moradores locais.
Leia mais (13/04/2009 - 00h20)
Um século e meio depois da publicação do livro "A Origem das Espécies", a teoria da evolução por seleção natural lançada pelo naturalista inglês Charles Darwin (1809-82) para explicar o fenômeno da vida segue ameaçada por convicções de fundo religioso. Terá sido em vão a contribuição de Darwin para as ciências da vida e para o pensamento contemporâneo?
Marcelo Leite, colunista da Folha de S.Paulo, acredita --piamente-- que não. Para o jornalista, a teoria darwiniana é a melhor e mais resistente explicação para o fenômeno da vida tal como a conhecemos. No livro "Folha Explica Darwin" (Publifolha, 2009), de sua autoria, Leite aborda de forma dinâmica as questões essenciais da obra de Darwin, usando a vida do cientista como fio condutor.
Leia mais (12/04/2009 - 19h21)
As "raças" e o racismo são uma invenção recente na história da humanidade. O conceito de que existem diferentes "raças humanas" foi criado pelo próprio homem e ganhou força com base em interesses de determinados grupos, que necessitavam de justificativas para a dominação sobre outros grupos.
A afirmação é do geneticista Sérgio Pena, autor do livro "Humanidade Sem Raças?" (Publifolha, 2008), da Série 21. O título tem formato de ensaio e aborda o conceito de "raças" e o racismo de forma sintética. Saiba mais sobre o livroLeia mais (12/04/2009 - 16h56)
Visão embaçada, ardência nos olhos, lacrimejamento, dor de cabeça. Esses são alguns dos sintomas apresentados por quem fica horas em frente ao computador, seja para trabalho ou lazer, segundo a oftalmologista Denise Strake.
De acordo com a médica, outros fatores associados podem piorar a situação, como o uso de ventiladores e o ar-condicionado, que deixam o clima mais seco, aumentando assim a evaporação da lágrima.
O consumo regular de grãos integrais reduz de 20% a 40% as chances de desenvolver o diabetes tipo 2, que tem causas relacionadas à má alimentação e à obesidade --e que, nos últimos anos, vem se tornando uma epidemia global. Os grãos contêm fibras e magnésio, e seu consumo ajuda a controlar a glicemia de diabéticos tipo 2, inclusive permitindo a redução da quantidade de medicamentos necessários ao tratamento.
As informações são do livro "A Dieta Milagrosa dos Grãos", da Publifolha. O volume oferece um programa alimentar baseado em grãos integrais que ajuda a emagrecer e traz benefícios à saúde comprovados cientificamente como redução da pressão arterial, dos níveis de colesterol e do risco de doenças como o diabetes.
Leia mais (12/04/2009 - 15h43)
O fracasso em controlar o diabetes tipo 2 pode ter efeitos de longo prazo no cérebro, segundo uma pesquisa da Universidade de Edimburgo, na Escócia.
Os cientistas acreditam que episódios graves de hipoglicemia - que ocorre quando os níveis de açúcar no sangue ficam muito baixos --podem levar a perdas de memória, lógica e concentração.
O estudo, apresentado em uma conferência organizada pela ONG Diabetes UK, analisou testes de habilidade mental feitos em mais de mil voluntários com idades entre 60 e 75 anos.
Leia mais (12/04/2009 - 15h04)
Larissa Meira, 21, iniciou o ano de 2006 cheia de planos --ela acabara de entrar na faculdade de design, em Recife- e com um pouco de dor nas costas. Mas quem liga para uma dorzinha aos 19 anos e com tanta coisa para fazer na vida?
As tensões da época do vestibular, o peso da mochila e o fato de não praticar esportes justificavam as dores. Quando elas começaram a ficar mais fortes, no segundo semestre daquele ano, Larissa procurou um ortopedista.
Passou mais de um ano peregrinando por consultórios dessa especialidade. "Fui a oito médicos. Todos diziam que era erro de postura e receitavam anti-inflamatório, analgésico ou fisioterapia. Tinha um alívio temporário, mas a dor acabava voltando", conta Larissa.
Leia mais (12/04/2009 - 12h10)
13/04/2009 12:52 PM
Não confunda o Original com cópias. Aqui seu anúncio é tratado com seriedade.
Site 100% Compativel com o Google Chrome - Versão Oficial 1583 v0.2.149.27 ou superior, Firefox 1.5 ou Superior e Safari 3 ou Superior.