O novo presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, afirmou que o banco irá reduzir as suas taxas de juros e o "spread" bancário de forma agressiva, mas dentro dos padrões de qualidade na análise do crédito. Bendine assume o cargo oficialmente no próximo dia 23, em substituição a Antonio Francisco de Lima Neto.
"Sread" é a diferença entre o custo de captação do dinheiro e a taxa cobrada nos empréstimos aos clientes. As altas taxas no Brasil têm sido alvo de críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem pressionado as diretorias do BB e da Caixa Econômica Federal desde o ano passado para reduzir seus números.
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O vice da área de Cartões, Aldemir Bendine, assume a presidência do Banco do Brasil
As taxas de inadimplência aumentaram 16,6% em março na comparação com o mesmo mês de 2008, indicou pesquisa da Serasa Experian, empresa de verificação de crédito. Para os economistas da Serasa, "a menor atividade econômica e o desemprego localizado" podem explicar o aumento do atraso no pagamento das dívidas no período.
Na comparação com fevereiro, o crescimento da inadimplência foi ainda maior: 22,6%, em parte, devido ao menor número de dias de fevereiro.
O mesmo padrão se repete considerando o primeiro trimestre deste ano contra janeiro-março de 2008: os atrasos aumentaram 11,4%.
Leia mais (13/04/2009 - 11h37)
A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 749 milhões na segunda semana de abril, resultado de exportações de US$ 2,494 bilhões e importações de US$ 1,745 bilhão. No acumulado do mês, que teve sete dias úteis, o superávit soma US$ 1,337 bilhão (exportações de US$ 4,245 bilhões e importações de US$ 2,908 bilhões).
No acumulado do ano, com 68 dias úteis, o saldo da balança acumula superávit de US$ 4,35 bilhões (média diária de US$ 64 milhões), o que representa uma variação de 10,9% ante o superávit de 2008 (US$ 3,92 bilhões).
As exportações e importações no ano, porém, tiveram forte queda. As vendas externas até a segunda semana de abril somam US$ 35,42 bilhões, 20,2% a menos que os US$ 44,39 bilhões do mesmo período do ano passado. Já as importações caíram 30,2%, indo de US$ 40,47 bilhões para US$ 31,07 bilhões.
Leia mais (13/04/2009 - 11h33)
A crise abalou o astral do mercado do luxo no Brasil, segundo dados da pesquisa "O Mercado do Luxo no Brasil", da MCF Consultoria e da GfK Brasil, que ouviu empresas e clientes do setor. As informações foram publicada na coluna de Mônica Bergamo desta segunda (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
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A pesquisa engloba um mercado de 295 empresas de moda, automóveis, joias, perfumes, cosméticos, hotelaria, comida e bebida que faturaram, juntas, US$ 5,99 bilhões em 2008, pagaram um salário médio de R$ 2.667 a seus trabalhadores --e têm clientes que gastaram, em cada visita a uma loja, uma média de R$ 3.454.
Leia mais (13/04/2009 - 10h15)
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) retoma os negócios após o feriado prolongado com as ações perdendo preço, minutos após a abertura das operações nesta segunda-feira. Hoje não operam as Bolsas europeias. Analistas avaliam que, após uma semana bastante otimista, o mercado pode tentar alguma realização de lucros (venda de papéis muito valorizados) na jornada de hoje.
Alguns economistas do setor financeiros estão céticos com o clima de "o pior já passou" que predomina no mercado de capitais e esperam novos períodos de volatilidade das ações nas próximas semanas.
O Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa paulista, recua 0,29% e bate os 45.405 pontos. Na quinta-feira, a Bolsa fechou em alta de 3,07%.
Leia mais (13/04/2009 - 10h04)
Os aposentados com 65 anos ou mais de idade têm direito a um valor adicional de isenção, mensalmente e na declaração anual do IR. Segundo a legislação, são isentos os rendimentos de aposentadorias e pensões, transferência para a reserva remunerada ou reforma, pagos pela Previdência Social ou por entidade privada, até R$ 1.372,81 mensais, a partir do mês, inclusive, em que o contribuinte fez 65 anos.
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Assim, quem já tinha completado 65 anos em 31 de dezembro de 2007 tem direito ao benefício pelos 12 meses de 2008. São R$ 16.473,72 de aposentadoria ou pensão e R$ 1.372,81 do 13º salário, no total de R$ 17.846,53. O valor é lançado na linha 06 da ficha Rendimentos isentos e não tributáveis.
Leia mais (13/04/2009 - 09h15)
O atual ciclo de redução dos juros deixou uma antiga conhecida dos investidores em evidência ainda maior: a taxa de administração. Responsável por engolir uma parcela dos ganhos brutos das aplicações, o peso da taxa de administração cresce a cada novo corte que o BC faz nos juros básicos.
No caso dos fundos DI, que seguem de perto a oscilação da taxa básica Selic, essa questão fica bem evidente. Em 2008, a categoria deu retorno médio de 12,1%. Para este ano, considerando a expectativa do mercado para a Selic, a aplicação deve pagar algo em torno de 10%. Ou seja, se a taxa de administração cobrada em um fundo se mantiver em 2% ao ano, por exemplo, seu impacto sobre o retorno da aplicação será bem maior do que era até pouco tempo.
"O peso da taxa de administração no retorno final das aplicações tem ficado mais visível aos clientes nesse momento de redução dos juros. Mas os bancos apenas vão mexer nas taxas quando houver reclamações do outro lado do balcão", diz Mauro Halfeld, professor da Universidade Federal do Paraná.
Leia mais (13/04/2009 - 09h10)
O mercado de ações costuma antecipar em seis meses, em média, a retomada da economia quando há uma retração. Mesmo assim, os analistas recomendam que os investidores sejam bastante cautelosos neste momento, pois a elevação das Bolsas de Valores no mundo nas últimas semanas pode não ser o início de um novo ciclo de ganhos no segmento financeiro, como todos os que perderam dinheiro nesta crise gostariam de acreditar.
Nos EUA, cuja Bolsa costuma ditar o rumo dos demais mercados em todo o planeta, ainda há razão para pessimismo.
O desemprego está no mais alto nível desde 1983, os preços das casas seguem com quedas recordes e ainda há significativas dúvidas sobre quais bancos continuarão de pé. O Fed, o BC americano, na ata da última reunião do seu comitê de política monetária, reduziu as suas expectativas de crescimento para o país no segundo semestre de 2009 e em 2010.
Leia mais (13/04/2009 - 09h00)
Os economistas ouvidos pelo Banco Central aumentaram a previsão de desaceleração da economia brasileira neste ano de 0,19% para 0,30%, de acordo com a pesquisa semanal Focus, do Banco Central. O número está abaixo das previsões do governo, que espera um crescimento de 2% para o PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas no país).
A pesquisa também mostra uma piora na previsão para o desempenho da indústria neste ano, de -3,06% para -3,56%.
Com a desaceleração da economia, os economistas também reduziram as previsões para a inflação. A expectativa para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que serve como meta para o BC, caiu de 4,26% para 4,25%. A meta de inflação é de 4,5%, podendo chegar a 6,5% no intervalo de tolerância (teto da meta).
Leia mais (13/04/2009 - 08h54)
13/04/2009 11:54 AM
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