A Telefônica informou, em nota enviada à imprensa nesta sexta-feira, que desde as 21h30 da última quarta-feira (8) sua rede não é vítima das supostas ações externas que teriam prejudicado milhares de assinantes do Speedy. Apesar do término de tais invasões, ainda há usuários reclamando de dificuldades no acesso ao serviço nesta sexta-feira (10), segundo a Central de Atendimento do UOL.
Após cinco dias seguidos de pane no serviço de banda larga, a companhia espanhola afirmou ontem que "nos últimos dias, parte da sua infraestrutura que dá suporte ao acesso à internet tem sido alvo de ações deliberadas e de origem externa". Até então, a empresa havia negado haver quaisquer problemas no Speedy.
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) informou, por meio de um comunicado à imprensa, que vai investigar a pane do Speedy em São Paulo.
Leia mais (10/04/2009 - 15h29)
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta sexta-feira que se vislumbram os primeiros "raios de esperança" na economia, no final de uma reunião na Casa Branca com seus máximos assessores na área.
Obama ressaltou que a economia americana ainda enfrenta grandes tensões e que continua a perda de postos de trabalho. E anunciou que seu governo adotará medidas adicionais nas próximas semanas para melhorar o clima de negócios.
O presidente americano disse se sentir "muito satisfeito" com o fato de que tenha voltado a fluir o crédito para as pequenas empresas e ressaltou como sinais positivos a queda nas taxas de juros hipotecários.
Leia mais (10/04/2009 - 14h18)
A Folha oferece o serviço de esclarecimento de dúvidas dos leitores sobre como fazer a declaração do IR deste ano. O serviço será publicado até 30 de abril, quando termina o prazo de entrega das declarações.
As respostas, dadas pela equipe de consultores da IOB, serão publicadas no caderno Dinheiro, de terça-feira a sábado, e na Folha Online.
Os leitores poderão enviar perguntas, até 18 de abril, por e-mail, fax e carta. As perguntas devem trazer os nomes dos leitores (nas respostas serão publicadas as iniciais). Devido ao grande número de perguntas recebidas, a Folha publicará aquelas que possam esclarecer as dúvidas do maior contingente possível de leitores.
Leia mais (10/04/2009 - 11h15)
O governo está analisando uma nova rodada de aumento de carga tributária de alguns setores para desonerar outros que pretende estimular em meio à crise econômica. Segundo a coluna Mercado Aberto, assinada por Guilherme Barros (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL), o próximo a pagar tributos mais altos será a indústria de cosméticos, além de bebidas.
A medida seria aplicada para estimular alguns setores em meio à crise sem prejudicar a arrecadação fiscal. A receita do governo caiu 27% em fevereiro ante o mesmo mês de 2008.
No final de março, o governo estendeu o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) reduzido dos automóveis, isentou uma série de materiais de construção e também desonerou o setor de motocicletas. Por outro lado, elevou os impostos do cigarro.
Leia mais (10/04/2009 - 10h41)
Em reunião ontem na sede da Fiesp, 140 setores envolvidos na importação e fabricação de bens de capital entregaram documento ao ministro Miguel Jorge (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mdic) com mudanças na proposta da circular 83, sobre a importação de máquinas usadas.
O assunto vinha dividindo a indústria. De um lado estavam fabricantes de máquinas, preocupados com a perda de mercado; do outro, indústrias que queriam agilizar a importação e aproveitar a redução dos preços de equipamentos usados do exterior. No texto acordado, a proibição de importar similares aos feitos no país foi vinculada à comprovação de que a indústria nacional não pode atender aos requisitos técnicos e de produtividade da máquina.
Segundo o diretor de competitividade e tecnologia da Fiesp, José Ricardo Roriz, a proposta do setor privado não acata a redução de 30 para 15 dias, que havia na circular, para que a Abimaq (associação das fabricantes de máquinas) ou qualquer empresa se manifeste sobre a existência de similar nacional e deixa de lado a obrigatoriedade de uma série de laudos, desburocratizando o processo, como queria o Mdic.
Leia mais (10/04/2009 - 10h21)
Entrar para o grupo dos credores do FMI é mais um passo no esforço do Brasil para ter uma influência internacional mais forte, avaliam analistas. Do desejo de poder manifestado em todas as cúpulas mundiais, aos poucos se passa à ação.
"Desde que os seus indicadores econômicos melhoraram, nos últimos anos, o país começou a ser visto de uma outra forma", diz Otto Nogami, professor de ambiente econômico global do Ibmec São Paulo. "Agora, estamos em destaque, mesmo comparando com os outros emergentes. Não somos uma potência, mas doravante nos convidarão a opinar nas reuniões de líderes mundiais." É como se tornar sócio honorário do clube, portanto.
Essa posição foi construída sobre uma base frágil, no entanto, alertam os especialistas. "Nossa reserva internacional de US$ 200 bilhões também está relacionada ao forte crescimento apresentado pela China e pela Índia nos últimos anos, e não ao grau de investimento obtido pelo Brasil. Neste início de 2009, os saldos acumulados pela balança comercial do país não se mostram muito favoráveis", ressalta Nogami. "Em resumo, encontramo-nos em uma situação confortável, porém não dá para estourar champanhe."
Leia mais (10/04/2009 - 10h08)
O governo japonês apresentou nesta sexta-feira (10) um plano de estímulo fiscal de 15,4 trilhões de ienes (US$ 154 bilhões) para 2009, centrado na criação de emprego e no auxílio às empresas, informou a agência de notícias local Kyodo.
O valor, considerado histórico e equivalente a 3% do PIB japonês, pretende resgatar a economia do país, que enfrenta a pior recessão dos últimos 50 anos, por meio de investimentos e ajudas em eficiência energética, educação e saúde.
O plano apresentado pelo Executivo e a coalizão governante do Partido Liberal-Democrata (PLD) e o Novo Komeito contempla ajudas às empresas com problemas de liquidez e medidas para a criação de emprego.
Leia mais (10/04/2009 - 06h20)
A inflação anualizada da França caiu em março para 0,3%, a mais baixa desde junho de 1999, após registrar um aumento de preços de apenas 0,2% no mês passado, que historicamente é um dos mais inflacionários.
O Instituto Nacional de Estatística (INSEE) explicou que a alta dos preços no mês passado, em relação a fevereiro, se explica principalmente pelo impulso de 6% das roupas e calçados.
No outro extremo da balança, os preços da energia seguiram em baixa no mês passado (2%), por causa de uma nova queda significativa dos produtos petrolíferos (3,5%).
Leia mais (10/04/2009 - 06h06)
10/04/2009 11:34 PM
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